Há quase 20 anos atrás, Jeremoabo deu início a um novo ciclo político com a eleição do Sr. João da Silva Varjão -João Ferreira- (1988) que era Vice do Prefeito José Lourenço de Carvalho, o qual amargou a maior derrota urbana até então conhecida na história eleitoral do município. E entre exatamente aquele ano e o atual (2008), ano de eleições municipais também, sucessivamente os quatro mandatários, foram responsáveis por administrações conturbadas e ancoradas num oceano de ações de crime de responsabilidade/improbidade administrativa e outras que causaram e continuam causando indignação aos eleitores mais sensatos e que realmente desejam pra sua terra, não o lodo, mas a água cristalina (administração séria, com ética, dignidade, honra e trabalho com muita responsabilidade e transparência; não teórica, mas, prática). Entretanto, excluí-se, por ato de justiça, o Sr. Luiz Carlos Bartilotti Lima (Lula de Dalvinho), que teve uma administração senão a melhor, mas a menos ou quase sem nada a acrescentar de negativo ao mesmo e à mesma, em relação aos seus, antecessor e sucessores (João, Tista e Spencer).
O curioso e por uma inequívoca realidade, é que foi plantada uma árvore genealógica que hereditarizou-se, podemos assim dizer, uma família estrategicamente política, ou seja: João gerou Lula, este gerou Tista e praticamente os três geraram Spencer ou se pode atribuir a chegada de Dr. Spencer ao cargo máximo municipal, ao primeiro patriarca, João Ferreira.
Por outro lado, pelas características normais de como eles têm feito suas campanhas e diante de um pseudônimo já conhecido nos quatro cantos do município inominado/anonimato?, não se deve estranhar, por exemplo, que embora hoje estejam unidos Tista/João, os dois possam unirem-se ao Doutor; este voltar ao lado de João e Tista deixe seu atual companheiro (aliado) João e se una ao Dr. Tudo é válido, tudo é natural e tudo é possível pra se alcançar o poder. Este é o pseudônimo: os interesses, as conveniências; progresso e desenvolvimento, são apenas qualquer slogan/logomarca e nada mais.
É certo que ainda persistem, a qualquer custo, continuarem direta ou indiretamente na permanência do poder. Por isso, é mister que lhes prolate a sentença condenatória, não a lavrada e assinada por um Magistrado que teve sobre a cadeira de uma Universidade e ostenta um canudo/anel além dum termo de posse que lhe proporciona a aplicação dos artigos, itens e parágrafos; mas, sim, pelos “juízes do voto” – todos os eleitores (nós).
As circunstancias atuais, podem contribuir e muito para que o raio político caia pela segunda vez no mesmo lugar, ou seja: João voltar ao poder, desta feita como Prefeito e sim assim não for colocar na Prefeitura aquele que ele indicar e apoiar. O respaldo para se vaticinar isto, deve-se ao simples fato de que ainda, tanto Tista quanto Spencer correrem o risco de se tornarem inelegíveis. Aliás, o primeiro já foi sentenciado numa Ação Civil Pública, tendo sido determinada a suspensão dos seus direitos políticos por um período de três anos; enquanto que o segundo, ainda pode ser afastado, bem como, amargar o mesmo alimento lançado à mesa para João Batista.
É certo que João Ferreira poderá ser atingido pelas mesmas flechas, todavia a sua situação é muito mais cômoda, o que lhe assegura a esperança de subir ao píncaro do cargo municipal e comandar os destinos do nosso município por mais quatro anos, assim como aconteceu entre 1989 e 1992. E ai, que diriam ou qual seria a atitude daqueles que lhe empurraram e lhe chutaram, quando do resultado do pleito de 1996, na sua primeira derrota? O velho ditado assegura: “o mundo dá muitas voltas”; mas há também – “um dia é da caça e o outro do caçador” e, ainda, “quem ri por último ri melhor”.
Entretanto, indaga-se: João é a pessoa ideal para administrar Jeremoabo nos dias de hoje? Estaria ele devidamente preparado para exercer o cargo de Prefeito e conduzir o município, de forma a lhe proporcionar moralidade, ética, credibilidade, progresso e desenvolvimento? Seria ele
O melhor, já que não dispomos ainda de nomes fortes para suceder os nossos patenteados cacifes políticos, se é que os são e os temos? Ou será que já temos condição de sairmos da sombra da árvore apelidada João, Tista e Spencer? Lula, agora seria a opção ou sua vez? Ah! Sua candidatura só seria possível com o afastamento do Doutor (seu cunhado), 06 (seis) meses antes do pleito.
A quem iremos, se os três primeiros forem impedidos da disputa este ano? Todas as respostas devem ser dadas, por você caro eleitor, por nós, pois outro ou outros nomes pode (m) surgir. Analisemos, reflitamos, a hora é esta e o ano é este. É mais uma oportunidade para corrigirmos, se erramos e aperfeiçoarmos, se acertamos.
Jeremoabo não pode e não deve mais esperar por outros 04 (quatro) 20 (vinte) anos, e lançar sua sorte à mercê do destino e da ironia visionária; nem tampouco sobreviver de esperança FANTASIOSA e promessas ILUSÓRIAS.
ESTAMOS EM 2008 (Outubro) – LEMBREM-SE.
É hora de mudança, é hora de mudar. É hora de assumirmos um compromisso, não com eles, mas com nós mesmos, com os nossos filhos, com a geração vindoura que deverão ser os herdeiros legítimos, não da hereditariedade que eles implantaram; porém, aí sim, a hereditariedade de um caráter infinito, de uma honra duradora e de uma ética sem fim. Um caráter da sinceridade e do agir, com coragem e determinação; uma honra pautada nas tradições da vergonha e uma ética consolidada por atos responsáveis, de equilíbrio e, sobretudo, sob a sombra da lei.
Temos que acabar com uma brincadeira que nem mesmo as crianças suportariam tê-la consigo e ficar por tanto tempo sendo ludibriadas pela mãe ou pelo pai, lhes tapeando para tomar um banho ou não levá-las à praça ou jardim para se divertirem numa tarde de domingo. A nossa criancice deve ser colocada no armário do passado e no cofre que se perdeu a chave e não se faz mais nenhuma semelhante para abri-lo. Tudo cansa, até a brincadeira, e nós já brincamos por muito tempo – por apenas alguns 20 anos.
Se pecamos e reconhecemos nosso pecado, arrependam-mo-nos e não recuemos para que o estado futuro não seja pior do que o do anterior e do presente. O próprio Cristo, disse: (vá e não peques mais). Ele perdoou, mas ordenou que não praticássemos o mesmo ato condenatório, o pecado. É assim que devemos proceder e principalmente nos comportar naquele dia, você sabe muito bem qual é.
O curioso e por uma inequívoca realidade, é que foi plantada uma árvore genealógica que hereditarizou-se, podemos assim dizer, uma família estrategicamente política, ou seja: João gerou Lula, este gerou Tista e praticamente os três geraram Spencer ou se pode atribuir a chegada de Dr. Spencer ao cargo máximo municipal, ao primeiro patriarca, João Ferreira.
Por outro lado, pelas características normais de como eles têm feito suas campanhas e diante de um pseudônimo já conhecido nos quatro cantos do município inominado/anonimato?, não se deve estranhar, por exemplo, que embora hoje estejam unidos Tista/João, os dois possam unirem-se ao Doutor; este voltar ao lado de João e Tista deixe seu atual companheiro (aliado) João e se una ao Dr. Tudo é válido, tudo é natural e tudo é possível pra se alcançar o poder. Este é o pseudônimo: os interesses, as conveniências; progresso e desenvolvimento, são apenas qualquer slogan/logomarca e nada mais.
É certo que ainda persistem, a qualquer custo, continuarem direta ou indiretamente na permanência do poder. Por isso, é mister que lhes prolate a sentença condenatória, não a lavrada e assinada por um Magistrado que teve sobre a cadeira de uma Universidade e ostenta um canudo/anel além dum termo de posse que lhe proporciona a aplicação dos artigos, itens e parágrafos; mas, sim, pelos “juízes do voto” – todos os eleitores (nós).
As circunstancias atuais, podem contribuir e muito para que o raio político caia pela segunda vez no mesmo lugar, ou seja: João voltar ao poder, desta feita como Prefeito e sim assim não for colocar na Prefeitura aquele que ele indicar e apoiar. O respaldo para se vaticinar isto, deve-se ao simples fato de que ainda, tanto Tista quanto Spencer correrem o risco de se tornarem inelegíveis. Aliás, o primeiro já foi sentenciado numa Ação Civil Pública, tendo sido determinada a suspensão dos seus direitos políticos por um período de três anos; enquanto que o segundo, ainda pode ser afastado, bem como, amargar o mesmo alimento lançado à mesa para João Batista.
É certo que João Ferreira poderá ser atingido pelas mesmas flechas, todavia a sua situação é muito mais cômoda, o que lhe assegura a esperança de subir ao píncaro do cargo municipal e comandar os destinos do nosso município por mais quatro anos, assim como aconteceu entre 1989 e 1992. E ai, que diriam ou qual seria a atitude daqueles que lhe empurraram e lhe chutaram, quando do resultado do pleito de 1996, na sua primeira derrota? O velho ditado assegura: “o mundo dá muitas voltas”; mas há também – “um dia é da caça e o outro do caçador” e, ainda, “quem ri por último ri melhor”.
Entretanto, indaga-se: João é a pessoa ideal para administrar Jeremoabo nos dias de hoje? Estaria ele devidamente preparado para exercer o cargo de Prefeito e conduzir o município, de forma a lhe proporcionar moralidade, ética, credibilidade, progresso e desenvolvimento? Seria ele
O melhor, já que não dispomos ainda de nomes fortes para suceder os nossos patenteados cacifes políticos, se é que os são e os temos? Ou será que já temos condição de sairmos da sombra da árvore apelidada João, Tista e Spencer? Lula, agora seria a opção ou sua vez? Ah! Sua candidatura só seria possível com o afastamento do Doutor (seu cunhado), 06 (seis) meses antes do pleito.
A quem iremos, se os três primeiros forem impedidos da disputa este ano? Todas as respostas devem ser dadas, por você caro eleitor, por nós, pois outro ou outros nomes pode (m) surgir. Analisemos, reflitamos, a hora é esta e o ano é este. É mais uma oportunidade para corrigirmos, se erramos e aperfeiçoarmos, se acertamos.
Jeremoabo não pode e não deve mais esperar por outros 04 (quatro) 20 (vinte) anos, e lançar sua sorte à mercê do destino e da ironia visionária; nem tampouco sobreviver de esperança FANTASIOSA e promessas ILUSÓRIAS.
ESTAMOS EM 2008 (Outubro) – LEMBREM-SE.
É hora de mudança, é hora de mudar. É hora de assumirmos um compromisso, não com eles, mas com nós mesmos, com os nossos filhos, com a geração vindoura que deverão ser os herdeiros legítimos, não da hereditariedade que eles implantaram; porém, aí sim, a hereditariedade de um caráter infinito, de uma honra duradora e de uma ética sem fim. Um caráter da sinceridade e do agir, com coragem e determinação; uma honra pautada nas tradições da vergonha e uma ética consolidada por atos responsáveis, de equilíbrio e, sobretudo, sob a sombra da lei.
Temos que acabar com uma brincadeira que nem mesmo as crianças suportariam tê-la consigo e ficar por tanto tempo sendo ludibriadas pela mãe ou pelo pai, lhes tapeando para tomar um banho ou não levá-las à praça ou jardim para se divertirem numa tarde de domingo. A nossa criancice deve ser colocada no armário do passado e no cofre que se perdeu a chave e não se faz mais nenhuma semelhante para abri-lo. Tudo cansa, até a brincadeira, e nós já brincamos por muito tempo – por apenas alguns 20 anos.
Se pecamos e reconhecemos nosso pecado, arrependam-mo-nos e não recuemos para que o estado futuro não seja pior do que o do anterior e do presente. O próprio Cristo, disse: (vá e não peques mais). Ele perdoou, mas ordenou que não praticássemos o mesmo ato condenatório, o pecado. É assim que devemos proceder e principalmente nos comportar naquele dia, você sabe muito bem qual é.
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