FAÇA O SEU ANO - 2008 Espedito Lima
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
MUNICIPALIZAÇÃO, NÃO; DESPOLITICAGEM, SIM – Espedito Lima
Diante das notícias que vêm inquietando o povo da cidade e município de Jeremoabo e região, além de servidores, a própria Direção e médicos sobre a possível municipalização do seu Hospital Geral, até abaixo assinado já entrou em cena contra tal situação e outros movimentos.
O Governo Estadual, talvez tome esta atitude que a princípio se pode dizer que é um presente de grego aos Jeremoabenses, por entender que mais um pesadelo seja extirpado do seu poder e da matemática de sua administração, pois as finanças que são destinadas ao Hospital seriam, acreditamos, lançadas para outros setores.
Em contra partida, todos sabem que ele (hospital) passou por um período de descaso total; a coisa ficou tão feia, todos se lembram, que até uma simples “gaze” não se tinha para cobrir um pequeno curativo. Todavia, com as duas administrações, anterior e atual (Jorge Magalhães – indicação técnica e Dr. Luiz Carlos Guimarães D’angio – indicação política), a coisa tomou um destino totalmente diferente, pois para felicidade de todos, especialmente dos pacientes, hoje se pode dizer que Jeremoabo tem um Hospital digno, não simplesmente de elogio, mas de apoio irrestrito à sua administração.
Toadavia, uma coisa há de ser considerada e analisada com frieza, qual seja: distinção entre MUNICIPALIZAÇÃO e POLITICAGEM. Se de um lado o Estado aloca recursos e permite que sua Direção seja indicada por um político influente junto ao Governo ou do outro ele o entrega a um administrador, no caso, o Prefeito, à Prefeitura/município, por questões politiqueiras, não está/estaria permitindo que os politiqueiros, direta ou indiretamente se beneficiem com tal comportamento, não se importando com o povo e sua doença, que está acima de toda e qualquer pretensão? Ou o povo nada vale para que seja vítima de um apadrinhamento insensível e prejudicial a si, com os interesses abonados/afiançados pela politicagem? Mesmo porque, por garantia constitucional, todos têm direito à saúde e esta deve ser de boa qualidade, primada pelo compromisso da responsabilidade, tanto dos profissionais ligados a ela diretamente (medicos) quanto os que dirigem as unidades vinculadas à mesma, como também assim os que são seus promotores e patrocinadores naturais “Estado (s)”.
Por outro lado, se tudo melhorou e vem melhorando cada vez mais e se o hospital está em pleno funcionamento, inclusive com a aprovação geral de toda a população e com o conhecimento do próprio Governo Estadual; por que e pra que alterar as regras, que deram e estão dando certas? Agir contrariamente, isto é, o Estado transferindo sua responsabilidade para o município, não estaria cometendo um erro gravíssimo e arcando com os prejuízos eleitoreiros, nas próximas e futuras eleições?
Entendemos que o Estado, gerador dos recursos (via contribuinte), deveria e deve continuar com ele (hospital), sob sua batuta; porém sem usar os artifícios politiqueiros, mas exclusivamente os critérios técnicos, a começar pela indicação do seu gestor, com uma administração paralela (Direção Clínica). Esta poderia ser escolhida de forma democrática, isto é, aos médicos lotados nele, caberia a indicação (por votação) de um colega para dirigi-los clinicamente, sem nenhum também, politiquismo, corporativismo ou bajulismo, cujo mandato poderia ser de 02 (dois) ou 03 (três) anos, assim como o do Diretor técnico (o tempo).
Desta forma, a saúde estaria bem, os pacientes confiantes, a população aplaudindo, os políticos sem nenhuma ingerência e o Estado, por certo, reconhecido pela qualidade e responsabilidade com e sobre o que de mais interessa à população, SAUDE.
Por isso, reafirmamos: MUNICPALIZAÇÃO, NÃO; DESPOLITICAGEM, SIM.
Diretorias: Técnica e Clínica – ambas cumprindo com suas obrigações inerentes, com ação, colaboração e respeito mútuos; tudo PELA VIDA.
Finalmente, que o Estado haja assim, e que continue dando amparo financeiro à saúde Jeremoabense; afinal, nós também somos contribuintes, pagamos impostos e merecemos ser tratados como gente, seres humanos, não como animais ou verdadeiras cobaias, para tudo e para todos, principalmente para os caprichos de quem quer que seja.
Diante das notícias que vêm inquietando o povo da cidade e município de Jeremoabo e região, além de servidores, a própria Direção e médicos sobre a possível municipalização do seu Hospital Geral, até abaixo assinado já entrou em cena contra tal situação e outros movimentos.
O Governo Estadual, talvez tome esta atitude que a princípio se pode dizer que é um presente de grego aos Jeremoabenses, por entender que mais um pesadelo seja extirpado do seu poder e da matemática de sua administração, pois as finanças que são destinadas ao Hospital seriam, acreditamos, lançadas para outros setores.
Em contra partida, todos sabem que ele (hospital) passou por um período de descaso total; a coisa ficou tão feia, todos se lembram, que até uma simples “gaze” não se tinha para cobrir um pequeno curativo. Todavia, com as duas administrações, anterior e atual (Jorge Magalhães – indicação técnica e Dr. Luiz Carlos Guimarães D’angio – indicação política), a coisa tomou um destino totalmente diferente, pois para felicidade de todos, especialmente dos pacientes, hoje se pode dizer que Jeremoabo tem um Hospital digno, não simplesmente de elogio, mas de apoio irrestrito à sua administração.
Toadavia, uma coisa há de ser considerada e analisada com frieza, qual seja: distinção entre MUNICIPALIZAÇÃO e POLITICAGEM. Se de um lado o Estado aloca recursos e permite que sua Direção seja indicada por um político influente junto ao Governo ou do outro ele o entrega a um administrador, no caso, o Prefeito, à Prefeitura/município, por questões politiqueiras, não está/estaria permitindo que os politiqueiros, direta ou indiretamente se beneficiem com tal comportamento, não se importando com o povo e sua doença, que está acima de toda e qualquer pretensão? Ou o povo nada vale para que seja vítima de um apadrinhamento insensível e prejudicial a si, com os interesses abonados/afiançados pela politicagem? Mesmo porque, por garantia constitucional, todos têm direito à saúde e esta deve ser de boa qualidade, primada pelo compromisso da responsabilidade, tanto dos profissionais ligados a ela diretamente (medicos) quanto os que dirigem as unidades vinculadas à mesma, como também assim os que são seus promotores e patrocinadores naturais “Estado (s)”.
Por outro lado, se tudo melhorou e vem melhorando cada vez mais e se o hospital está em pleno funcionamento, inclusive com a aprovação geral de toda a população e com o conhecimento do próprio Governo Estadual; por que e pra que alterar as regras, que deram e estão dando certas? Agir contrariamente, isto é, o Estado transferindo sua responsabilidade para o município, não estaria cometendo um erro gravíssimo e arcando com os prejuízos eleitoreiros, nas próximas e futuras eleições?
Entendemos que o Estado, gerador dos recursos (via contribuinte), deveria e deve continuar com ele (hospital), sob sua batuta; porém sem usar os artifícios politiqueiros, mas exclusivamente os critérios técnicos, a começar pela indicação do seu gestor, com uma administração paralela (Direção Clínica). Esta poderia ser escolhida de forma democrática, isto é, aos médicos lotados nele, caberia a indicação (por votação) de um colega para dirigi-los clinicamente, sem nenhum também, politiquismo, corporativismo ou bajulismo, cujo mandato poderia ser de 02 (dois) ou 03 (três) anos, assim como o do Diretor técnico (o tempo).
Desta forma, a saúde estaria bem, os pacientes confiantes, a população aplaudindo, os políticos sem nenhuma ingerência e o Estado, por certo, reconhecido pela qualidade e responsabilidade com e sobre o que de mais interessa à população, SAUDE.
Por isso, reafirmamos: MUNICPALIZAÇÃO, NÃO; DESPOLITICAGEM, SIM.
Diretorias: Técnica e Clínica – ambas cumprindo com suas obrigações inerentes, com ação, colaboração e respeito mútuos; tudo PELA VIDA.
Finalmente, que o Estado haja assim, e que continue dando amparo financeiro à saúde Jeremoabense; afinal, nós também somos contribuintes, pagamos impostos e merecemos ser tratados como gente, seres humanos, não como animais ou verdadeiras cobaias, para tudo e para todos, principalmente para os caprichos de quem quer que seja.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
RÁPIDAS DA POLÍTICA (1) – Espedito Lima
1- Procura-se um cego ou um ressurreto para ser o próximo mandatário do município de Jeremoabo
2- Tista com Spencer, Spencer com Tista; Qual seria a novidade? Nada de anormal, tudo natural (na politicagem). Fonte fidedigna nos informou que Tista foi procurado pelo Dr. no terceiro ou quarto mês de sua gestão. Enquanto isso, segundo a mesma fonte, Tista continua dizendo que por razões pessoais e/ou familiar, não pretende se unir ao Prefeito
3- João Ferreira já está acostumado a deixar e ser deixado. Está sempre na dele
4- Pelo visto, nas próximas eleições não teremos apenas dois candidatos, mas sim uma enxurrada. Haja água (a lista de nomes está crescendo)
5- Aliás, encontramos uma boa dupla para comandar os destinos do nosso município: Executivo (candidato a Prefeito) e o Legislativo (Vice) 2008. Não estou falando do Dr. nem de Josadilson
6- Havendo a união Tista/Spencer, como ficaria a CARA DO ELEITOR DE JEREMOABO ou que comportamento ele teria? O de sempre?
7- Quem será o vencedor definitivo – CÂMARA MUNICIPAL (Josadilson ou Dr. Carlos)?
8- Em se tratando de Câmara, parece que por ela passou e continua passando muito dinheiro; com exceção do Bloqueado – executivo (20.11.07). Não lhe foi feito o repasse
9- Se foi o tempo em que as primeiras-damas somente acompanhavam seus maridos para solenidades oficiais. Elas, nos tempos atuais, são vistas como verdadeira “mola mestra” de muitos gestores (sem nepotismo)
10- Magalhães, Prefeito do Município de Sítio do Quinto continuará afastado; por enquanto, pelo menos até final de janeiro ou inicio de fevereiro/2008 (decisão Judicial já saiu, a nível de Comarca)
2- Tista com Spencer, Spencer com Tista; Qual seria a novidade? Nada de anormal, tudo natural (na politicagem). Fonte fidedigna nos informou que Tista foi procurado pelo Dr. no terceiro ou quarto mês de sua gestão. Enquanto isso, segundo a mesma fonte, Tista continua dizendo que por razões pessoais e/ou familiar, não pretende se unir ao Prefeito
3- João Ferreira já está acostumado a deixar e ser deixado. Está sempre na dele
4- Pelo visto, nas próximas eleições não teremos apenas dois candidatos, mas sim uma enxurrada. Haja água (a lista de nomes está crescendo)
5- Aliás, encontramos uma boa dupla para comandar os destinos do nosso município: Executivo (candidato a Prefeito) e o Legislativo (Vice) 2008. Não estou falando do Dr. nem de Josadilson
6- Havendo a união Tista/Spencer, como ficaria a CARA DO ELEITOR DE JEREMOABO ou que comportamento ele teria? O de sempre?
7- Quem será o vencedor definitivo – CÂMARA MUNICIPAL (Josadilson ou Dr. Carlos)?
8- Em se tratando de Câmara, parece que por ela passou e continua passando muito dinheiro; com exceção do Bloqueado – executivo (20.11.07). Não lhe foi feito o repasse
9- Se foi o tempo em que as primeiras-damas somente acompanhavam seus maridos para solenidades oficiais. Elas, nos tempos atuais, são vistas como verdadeira “mola mestra” de muitos gestores (sem nepotismo)
10- Magalhães, Prefeito do Município de Sítio do Quinto continuará afastado; por enquanto, pelo menos até final de janeiro ou inicio de fevereiro/2008 (decisão Judicial já saiu, a nível de Comarca)
terça-feira, 20 de novembro de 2007
INTERVENÇÃO (URGENTE!) – Espedito Lima
Quando fizemos a matéria intitulada CAMARA MUNICIPAL – GOLPE CONTRA SI MESMA postada (Blog do Lima, Portal JV e Jeremoabohoje); achávamos que deveria acontecer com ela era isso mesmo, face o que naquela época já vinha em evidencia.
De lá para cá, nada mudou, a não ser o aparecimento de fatos que a compromete, e muito, a sua já insignificante credibilidade e o que é pior, o envolvimento de quase todos os seus moradores (Vereadores-Presidentes e Ex) em um emaranhado e complicado mar de prática de tudo quanto é natureza de crime contra o erário público.
Como se não bastasse, a sua total desmoralização perante a opinião pública e em particular junto a todos os eleitores, com especialidade os mais conscientes e experientes em matéria política, agora estouram mais escândalos. Praticamente foi lançado sobre os Jeremoabenses, um verdadeiro dossiê, o qual está transformado em denúncia, foi entregue ao Ministério Público local e enviado ao TCM para, por certo, as tomadas de providências inerentes contra tal descalabro. É muita gente que vai se enrolar e enrolar os outros. Que seja filtrado e apurado tudo, para que a população tenha conhecimento e veja os culpados punidos pelos atos que praticaram e vêm praticando.
Que vergonha! Que exemplo político estamos tendo desses homens que pregam tanto a ética, a moralidade e compromisso com o desenvolvimento de nossa terra. Temos que vermos o fim dessa geração perversa, que quer apenas sugar o poder e jogar o dinheiro público às traças e se locupletarem com ele, que é (NOSSO). São os verdadeiros incitadores, inconcientes e inconseqüentes provocadores de ações e comportamento nefasto e nocivo à sociedade. Temos que bani-los, como já dissemos anteriormente, de uma vez por todas do meio dos que ainda preservam a cultura do bem estar de um povo tão amargamente pisado e esmagado.
A coisa é tão gritante, que da maneira como estão se desenrolando os fatos, não só ele (eles) está (rão) na mira da Justiça, mas também pessoas outras que nada têm a ver com a questão, o que é profundamente lamentável. Principalmente aqueles que nada têm feito, a não ser mostrar através dos meios de comunicação disponível em nossa Cidade, o que de fato acontece em todos os setores da sua vida; buscando e mostrando apenas, de forma responsável, soluções para o seu desenvolvimento. Desenvolvimento este que muitos desejam vê-lo atrelado ao fracasso de atitudes que as busquem e as façam levar à resolução de velhos problemas que ela enfrenta há décadas e que por certo ainda haverá de continuar enfrentado, exatamente por causa de muitos dos nossos representantes e dirigentes, verdadeiros culpados.
Até o executivo poderá ser arranhado com as últimas denúncias apresentadas contra o (os) nosso (s) representante (s), desde o necessário e bom relacionamento que deve existir entre ambos (executivo/legislativo e vice-versa), até o confronto inevitável, pelos fatos e atos que já vêm sido amplamente conhecidos de toda a população Jeremoabense e comprometimento de uns com os outros; isto é, membros do próprio executivo com o legislativo – legislativo com o executivo.
É preciso que todos usem a cautela, a sensatez, o equilíbrio, se auto-analisem e procurem agir com serenidade com tudo e com todos; notadamente, quando se trata da coisa pública, e mais ainda do “erário público”, não importa onde estejamos. Precisamos de ação, de trabalho, de progresso e não de conchaves, desmandos, negócios obscuros, falcatruas e muito menos de desvio de verbas públicas, como se o dinheiro do povo fosse lançado numa simples jogatina, apenas pelo bel prazer de uma diversão ou lazer pessoal ou de muitos em detrimento à necessidade de uma maioria.
Assim como o executivo terá que mostrar habilidade diplomática e política, para que não se envolva mais com as aberrações que se deparam na Casa Legislativa; o legislativo deverá ter igual comportamento para que não se chegue a um confronto de idéias e atitudes desnecessárias e que venham destruir mais ainda a causa desenvolvimentista, que tanto se almeja para a nossa querida Jeremoabo – cidade e município, evidentemente.
A persistir com os tempos e contratempos; tempestades e temporais, acompanhados por rajadas de raios e vendavais provocados pelos os nossos Vereadores e ex também (alguns), não será nenhuma idiotice (loucura total) acharmos que a Casa, leia-se CAMARA, sofra definitivamente uma INTERVENÇÃO URGENTE. Pois, assim, quem sabe, ela poderá passar por momentos de bonança, desde quando seu interventor haja de forma completamente diferente dos que a tem conduzido e queira aplicar corretamente as regras acobertadas rigorosamente pelas Leis pertinentes. QUE ASSIM SEJA! Estamos precisando de uma calmaria total, não de um maremoto ou tsunami, para destruir de uma vez por todas nossa terra, a começar por ela – CAMARA MUNICIPAL. ESTAMOS NOCAUTEADOS SOBRE O TABLADO ERGUIDO PELAS FLECHAS AVASSALADORAS, LANÇADAS POR ALGUNS MEMBROS DO NOSSO LEGISLATIVO, DE ONTEM E DE HOJE.
SÃO OS ANAIS DA CASA; COM OU SEM AUDITORIA. DOSSIÊ OU SIMPLES DENÚNCIA?
JUIZO, GENTE! VAMOS TRABALHAR COERENTEMENTE, COM A PAZ E A PROSPERIDADE. ASSIM TEM QUE SER O NOSSO PRESENTE E NOSSO FUTURO.
De lá para cá, nada mudou, a não ser o aparecimento de fatos que a compromete, e muito, a sua já insignificante credibilidade e o que é pior, o envolvimento de quase todos os seus moradores (Vereadores-Presidentes e Ex) em um emaranhado e complicado mar de prática de tudo quanto é natureza de crime contra o erário público.
Como se não bastasse, a sua total desmoralização perante a opinião pública e em particular junto a todos os eleitores, com especialidade os mais conscientes e experientes em matéria política, agora estouram mais escândalos. Praticamente foi lançado sobre os Jeremoabenses, um verdadeiro dossiê, o qual está transformado em denúncia, foi entregue ao Ministério Público local e enviado ao TCM para, por certo, as tomadas de providências inerentes contra tal descalabro. É muita gente que vai se enrolar e enrolar os outros. Que seja filtrado e apurado tudo, para que a população tenha conhecimento e veja os culpados punidos pelos atos que praticaram e vêm praticando.
Que vergonha! Que exemplo político estamos tendo desses homens que pregam tanto a ética, a moralidade e compromisso com o desenvolvimento de nossa terra. Temos que vermos o fim dessa geração perversa, que quer apenas sugar o poder e jogar o dinheiro público às traças e se locupletarem com ele, que é (NOSSO). São os verdadeiros incitadores, inconcientes e inconseqüentes provocadores de ações e comportamento nefasto e nocivo à sociedade. Temos que bani-los, como já dissemos anteriormente, de uma vez por todas do meio dos que ainda preservam a cultura do bem estar de um povo tão amargamente pisado e esmagado.
A coisa é tão gritante, que da maneira como estão se desenrolando os fatos, não só ele (eles) está (rão) na mira da Justiça, mas também pessoas outras que nada têm a ver com a questão, o que é profundamente lamentável. Principalmente aqueles que nada têm feito, a não ser mostrar através dos meios de comunicação disponível em nossa Cidade, o que de fato acontece em todos os setores da sua vida; buscando e mostrando apenas, de forma responsável, soluções para o seu desenvolvimento. Desenvolvimento este que muitos desejam vê-lo atrelado ao fracasso de atitudes que as busquem e as façam levar à resolução de velhos problemas que ela enfrenta há décadas e que por certo ainda haverá de continuar enfrentado, exatamente por causa de muitos dos nossos representantes e dirigentes, verdadeiros culpados.
Até o executivo poderá ser arranhado com as últimas denúncias apresentadas contra o (os) nosso (s) representante (s), desde o necessário e bom relacionamento que deve existir entre ambos (executivo/legislativo e vice-versa), até o confronto inevitável, pelos fatos e atos que já vêm sido amplamente conhecidos de toda a população Jeremoabense e comprometimento de uns com os outros; isto é, membros do próprio executivo com o legislativo – legislativo com o executivo.
É preciso que todos usem a cautela, a sensatez, o equilíbrio, se auto-analisem e procurem agir com serenidade com tudo e com todos; notadamente, quando se trata da coisa pública, e mais ainda do “erário público”, não importa onde estejamos. Precisamos de ação, de trabalho, de progresso e não de conchaves, desmandos, negócios obscuros, falcatruas e muito menos de desvio de verbas públicas, como se o dinheiro do povo fosse lançado numa simples jogatina, apenas pelo bel prazer de uma diversão ou lazer pessoal ou de muitos em detrimento à necessidade de uma maioria.
Assim como o executivo terá que mostrar habilidade diplomática e política, para que não se envolva mais com as aberrações que se deparam na Casa Legislativa; o legislativo deverá ter igual comportamento para que não se chegue a um confronto de idéias e atitudes desnecessárias e que venham destruir mais ainda a causa desenvolvimentista, que tanto se almeja para a nossa querida Jeremoabo – cidade e município, evidentemente.
A persistir com os tempos e contratempos; tempestades e temporais, acompanhados por rajadas de raios e vendavais provocados pelos os nossos Vereadores e ex também (alguns), não será nenhuma idiotice (loucura total) acharmos que a Casa, leia-se CAMARA, sofra definitivamente uma INTERVENÇÃO URGENTE. Pois, assim, quem sabe, ela poderá passar por momentos de bonança, desde quando seu interventor haja de forma completamente diferente dos que a tem conduzido e queira aplicar corretamente as regras acobertadas rigorosamente pelas Leis pertinentes. QUE ASSIM SEJA! Estamos precisando de uma calmaria total, não de um maremoto ou tsunami, para destruir de uma vez por todas nossa terra, a começar por ela – CAMARA MUNICIPAL. ESTAMOS NOCAUTEADOS SOBRE O TABLADO ERGUIDO PELAS FLECHAS AVASSALADORAS, LANÇADAS POR ALGUNS MEMBROS DO NOSSO LEGISLATIVO, DE ONTEM E DE HOJE.
SÃO OS ANAIS DA CASA; COM OU SEM AUDITORIA. DOSSIÊ OU SIMPLES DENÚNCIA?
JUIZO, GENTE! VAMOS TRABALHAR COERENTEMENTE, COM A PAZ E A PROSPERIDADE. ASSIM TEM QUE SER O NOSSO PRESENTE E NOSSO FUTURO.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
NOVAS RÁPIDAS – Espedito Lima
1- Se lembram do antigo Catecismo na Igreja Matriz de Jeremoabo (São João Batista) que sempre aconteceu aos domingos à tarde ministrado pela Srtª Edméia (Béi), administradora da referida Igreja e que obviamente acontecia no interior do templo? Fomos informados que a mesma continua com ele – catecismo, mas agora e fora dela (Igreja), num jardim, sob uma árvore. O que foi que houve?
2- Em se tratando de Igreja, a Assembléia de Deus, no final de semana próximo passado, comemorou os seus 47 anos de existência em nossa terra (Jeremoabo). Aliás, os Evangélicos estão em disparada em nosso País. Os números e as imagens não negam. O monopólio religioso no Brasil é coisa do passado. Dor de cabeça pra ela; vocês já sabem sobre quem me refiro
3- Dando seqüência à religiosidade, os 113 anos da festa do Coração de Jesus, celebrada na Paróquia de São João Batista este ano, curiosamente não teve a participação do “Apostolado da Oração”. Foi extinto?
4- deixando a religião de lado, entremos na educação. Enquanto ela, por este Brasil a fora está sendo ensinada debaixo de árvores, galpões, sobre lama e tendo o seu conceito cada vez mais denegrido e um índice negativo dos mais altos de toda sua existência, inclusive aqui em Jeré; PARABENS pra o Colégio Municipal São João Batista pela conquista do Selo ESCOLA SOLIDÁRIA 2007. Esta é uma inequívoca demonstração de que a educação no CMSJB é tratada de forma capaz de enfrentar os desafios, não se intimidar a qualquer obstáculo e quem quer que seja; ser totalmente independente na sua administração e, evidentemente, demonstra também a inteligência de sua Direção, sob o comando de uma pessoa experimentada na própria educação e conhecedora profunda das suas regras, dos seus estatutos e similares, que é Jovino
5- PARABENS também para a administração Municipal (Jeremoabo) por imprensar o 16 de novembro este ano (ponto facultativo). Tudo dentro dos conforme. Nada de anormal, tudo natural!?
6- Não somos supersticiosos, mas a coisa pras bandas da Câmara do nosso município tá que tá. Agora é denúncia de tudo quanto é jeito – contra tudo e contra todos. SALVE-SE QUEM PODER; e a eleição ainda é no próximo ano. Vamos em frente
7- Será que realmente pararam o serviço que vinha sendo executado na BR 110, trecho Jeremoabo/Paulo Afonso. Não é possível. Assim, ninguém agüenta
8- E as autoridades policiais ainda não têm uma pista sobre o verdadeiro assassino de Muciço? A expectativa é grande quanto à elucidação do fato, pelo menos sobre a identificação do autor dos disparos que o levou à morte
9- Falando em questão policial, a qualquer momento poderá ser preso um homicida que já praticou vários crimes, inclusive aqui em Jeremoabo. Nada mais podemos falar; aguardemos a ação policial, depois que ele for pego, daremos seu nome
10- Pra finalizar, uma pergunta: Quando será inaugurada a Praça que foi construída ao lado do terminal Rodoviário e por quem?
2- Em se tratando de Igreja, a Assembléia de Deus, no final de semana próximo passado, comemorou os seus 47 anos de existência em nossa terra (Jeremoabo). Aliás, os Evangélicos estão em disparada em nosso País. Os números e as imagens não negam. O monopólio religioso no Brasil é coisa do passado. Dor de cabeça pra ela; vocês já sabem sobre quem me refiro
3- Dando seqüência à religiosidade, os 113 anos da festa do Coração de Jesus, celebrada na Paróquia de São João Batista este ano, curiosamente não teve a participação do “Apostolado da Oração”. Foi extinto?
4- deixando a religião de lado, entremos na educação. Enquanto ela, por este Brasil a fora está sendo ensinada debaixo de árvores, galpões, sobre lama e tendo o seu conceito cada vez mais denegrido e um índice negativo dos mais altos de toda sua existência, inclusive aqui em Jeré; PARABENS pra o Colégio Municipal São João Batista pela conquista do Selo ESCOLA SOLIDÁRIA 2007. Esta é uma inequívoca demonstração de que a educação no CMSJB é tratada de forma capaz de enfrentar os desafios, não se intimidar a qualquer obstáculo e quem quer que seja; ser totalmente independente na sua administração e, evidentemente, demonstra também a inteligência de sua Direção, sob o comando de uma pessoa experimentada na própria educação e conhecedora profunda das suas regras, dos seus estatutos e similares, que é Jovino
5- PARABENS também para a administração Municipal (Jeremoabo) por imprensar o 16 de novembro este ano (ponto facultativo). Tudo dentro dos conforme. Nada de anormal, tudo natural!?
6- Não somos supersticiosos, mas a coisa pras bandas da Câmara do nosso município tá que tá. Agora é denúncia de tudo quanto é jeito – contra tudo e contra todos. SALVE-SE QUEM PODER; e a eleição ainda é no próximo ano. Vamos em frente
7- Será que realmente pararam o serviço que vinha sendo executado na BR 110, trecho Jeremoabo/Paulo Afonso. Não é possível. Assim, ninguém agüenta
8- E as autoridades policiais ainda não têm uma pista sobre o verdadeiro assassino de Muciço? A expectativa é grande quanto à elucidação do fato, pelo menos sobre a identificação do autor dos disparos que o levou à morte
9- Falando em questão policial, a qualquer momento poderá ser preso um homicida que já praticou vários crimes, inclusive aqui em Jeremoabo. Nada mais podemos falar; aguardemos a ação policial, depois que ele for pego, daremos seu nome
10- Pra finalizar, uma pergunta: Quando será inaugurada a Praça que foi construída ao lado do terminal Rodoviário e por quem?
terça-feira, 13 de novembro de 2007
GREVE SUSPENSA - Espedito Lima
Os servidores decidiram na tarde dessa terça-feira, dia 13 de novembro, suspender o movimento grevista iniciado há duas semanas. A decisão da categoria aconteceu horas depois da publicação do decreto n° 47/2007, no Diário do Poder Judiciário, no qual o Des. Sinésio Cabral, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), instituiu uma comissão para reformulação do Plano de Cargos e Salários (PCS).
Fonte: Diretoria de Imprensa
Área de Interesse: GREVES
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
CARTÓRIO CRIMINAL – Espedito Lima
Assim como tantos outros (maioria absoluta) em todo o Estado da Bahia, o Cartório Criminal, das Execuções Penais, do Júri e da Infância e Juventude que fica instalado na sede da Comarca de Jeremoabo, encontram-se em pleno estado de calamidade-funcional-pública. Talvez, desde o inicio de sua existência, jamais ele e todos que lhe tem acompanhado ao longo de décadas, tenham visto e enfrentado uma situação tão preocupante quanto a que se abate sobre o mesmo nos dias atuais. É deveras vexatório, e como sempre, claro, só sobra para o povo; mas neste mesmo povo, inclui-se: advogados e clientes, principalmente.
O seu aspecto físico é visivelmente ínfimo para comportar os mais de 4.000 (quatro) mil Feitos que se processam através dele e os objetos apreendidos, ligados evidentemente, aos crimes praticados pelos facínoras. Aliás, ele não comporta nem mesmo os “apenas” dois serventuários oficiais e uma auxiliar, no seu espaço principal; e existe, única e exclusivamente, um aparelho – computador para atender a demanda dos serviços essenciais ao seu normal funcionamento.
Quanto aos dois serventuários, um é o seu titular que exerce o cargo de Escrivão e o outro, de Escrevente, que acumula as funções de Subescrivão, em razão da titular da Subescrivania está à disposição da Comarca de Muritiba e a auxiliar, recém-chegada, é cedida pelo município (Jeremoabo) – convenio entre o tribunal de Justiça/Município, recentemente assinado. Existe ainda um outro auxiliar, este atualmente serve muito mais às audiências e é conveniado (Prefeitura de Cel. João Sá/TJ). O Cartório absorve os processos dos delitos cometidos nos demais municípios que integram a Comarca: Cel. João Sá, Pedro Alexandre e Sítio do Quinto.
Ao ser aberta sua porta, se defronta com um visual inusitado, um cartão postal indesejável, ou seja; um amontoado de feitos e papeis sobre os birôs (3), quase ligados uns aos outros (falta de espaço); como também assim, espalhados no chão. A situação é tão complicada que há dificuldade de locomoção dos serventuários e, raramente alguém pode se sentar pra ser atendido, desde o advogado ao mais humilde cliente que necessita, por exemplo, de uma simples informação. Aliás, esta, nem sempre é dada com clareza, não por falta de atenção dos servidores, mas pela dificuldade que os mesmos têm para prestá-la, dadas as circunstancias negativas que vão de encontro a um não funcionamento digno, eficiente e rápido.
Para complicar mais ainda o problema, com o advento da Lei nº 10.433, de 20 de dezembro de 2006, todos os processos relativos à Fazenda e Registros Públicos que antes eram distribuídos e movimentados pelo Cartório Cível, foram remetidos para o criminal; cujos processos estão sendo re-registrados e re-autuados e o número deles já atingiu 1200 (hum mil e duzentos) Feitos. Como se vê, são quatro (4) etapas distintas: o novo registro, em livro próprio; a nova autuação; renumeração das folhas de cada processo e a rubrica em todas elas, pelo Escrivão.
Dos 100% (cem por cento) dos despachos designando/redesignando audiências para este ano, proferidos entre junho e novembro do ano passado, apenas foram cumpridos cerca de, no máximo,
20 ou 30% (vinte ou trinta por cento) e muitas audiências deixaram de ser realizadas pelo não cumprimento integral deles (despachos), inclusive em processos de réus presos e cartas precatórias que são prioritários. E o motivo principal deste vexame, caos e/ou catástrofe, podemos assim considerar, além da calamidade-funcional-pública, é exatamente a falta de Servidor, pois o número é incompatível com a carência (está a quem do desejável-insdispensável), bem como aparelhos (computadores - não obsoletos), para atender a demanda dos serviços, pelo menos os essenciais-prioritários-urgentes.
Em recente visita à Comarca, o Exmº. Sr. Des. Corregedor Geral da Justiça se inteirou dos seus problemas, mandou tirar fotografias do Cartório, levou uma cópia do documento emitido pelo seu titular, que estava afixado na sua porta (veja-o):
ATENÇÃO!
Há CERCA DE 100 DIAS ATRÁS, CONSIDERÁVAMOS QUE A SITUAÇÃO NESTE CARTÓRIO ERA DE CAOS; A 45, DE CALAMIDADE FUNCIONAL, E NOS DIAS ATUAIS, LAMENTAVELMENTE, ATINGIMOS UM ESTADO DE TOTAL CALAMIDADE-FUNCIONAL-PÚBLICA, PELAS SEGUINTES RAZÕES:
1- CONTAMOS COM MAIS DE 2000 (dois mil) PROCSSSOS EM ANDAMENTO, CUJOS FEITOS RELACIONAM-SE ÀS ÁREAS: CRIMINAIS, EXECUÇÕES PENAIS, DO JÚRI E DA INFANCIA E DA JUVENTUDE;
2- EM VIRTUDE DA DESATIVAÇÃO DO JUIZADO ESPEICAL CRIMINAL, TODOS OS PROCESSOS FORAM ENCAMINHADOS A ESTE (Cartório), E HOJE O NÚMERO DOS SEUS FEITOS, ALCANÇA MAIS DE 1200 (hum mil e duzentos) – EM ANDAMENTO;
3- A PARTIR DO MÊS DE MAIO/2007, COMEÇAMOS A RECEBER MAIS DE 1000 (hum mil) PROCSSSOS DO CARTÓRIO DOS FEITOS CÍVEIS, EM VIRTUDE DE ABRANGERMOS TAMBÉM ESTES FEITOS: EXECUÇÃO FISCAL, REGISTROS PÚBLICOS, ENTRE OUTROS, QUE VINHAM SENDO PROCESSADOS E JULGADOS ATRAVÉS DELE, OS QUAIS VAMOS TER QUE REREGISTRÁ-LOS E REAUTUÁ-LOS;
4- CONTAMOS, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE COM UM INSTRUMENTO DE TRABALHO – COMPUTADOR, O QUAL VEZ POR OUTRA ESTÁ APRESENTANDO PROBLEMAS;
5- PARA TODA ESTA MOVIMENTAÇÃO, ESPECIFICAMENTE AO QUE DIZ RESPEITO AO CUMPRIMENTO DE DESPACHOS E EXPEDIENTES OUTROS, EXISTEM APENAS 02 (dois) SERVENTUÁRIOS: 01 (um) ESCRIVÃO – Titular E 01 (um) ESCREVENTE, QUE RESPONDE PELA SUBESCRIVANIA, EM RAZÃO DA TITULAR, A MAIS DE 10 (dez) ANOS, SE ENCONTRAR À DISPOSIÇÃO DA COMARCA DE MURITIBA;
6- DOS 100% (cem por cento) DOS DESPACHOS PROLATADOS O ANO PASSADO (2006) DESIGNANDO/REDESIGNANDO AUDIÊNCIAS PARA ESTE (2007), INFELIZMENTE SÓ FOI POSSÍVEL CUMPRIRMOS 20 (vinte) OU NO MÁXIMO, 30% (trinta por cento);
7- A PRIORIDADE DÁ-SE, POR DETERMINAÇAO LEGAL, AOS PROCESSOS DE RÉUS PRESOS E CARTAS PRECATÓRTIAS, E NEM NESTES CASOS ESTÁ SENDO POSSÍVEL O CUMPRIMENTO DO QUANTO DETERMINADO, EM TEMPO HÁBIL, O QUE TEM ACARRETADO ATRASOS CONSIDERÁVEIS EM MUITOS PROCESSOS, INCLUSIVE NOS DOS PRÓPRIOS RÉUS PRESOS E CARTAS PRECATÓRIAS TAMBÉM; E ÀS VEZES, AINDA, SÃO ADIADAS SESSÕES DE JULGAMENTO PELO TRIBUNAL DO JÚRI, O QUE VEM ACONTECENDO FREQUENTEMENTE COM AS AUDIÊNCIAS NORMAIS;
8- AINDA NO MÊS DE MAIO (mês de férias do Escrevente – a partir da segunda semana e que o Escrivão esteve praticamente sozinho), DEIXARAM DE SER REALIZADAS, EM MÉDIA, MAIS DE 50 (cinqüenta) AUDIÊNCIAS POR FALTA DE CUMPRIMENTO DOS DESPACHOS;
9- INDEPENDENTEMENTE DO SERVIÇO INTERNO, ATENDEMOS AS PARTES DE UM MODO GERAL, TODOS OS DIAS;
10- COMO TODOS SABEM, A NOSSA CARGA HORÁRIA SEMANAL, É DE 30 (trinta) HORAS; 06 (seis) POR DIA – TURNO ÚNICO (08 às 14);
11- AS CORRESPONDÊNCIAS ESTÃO EM ATRASO (protocolagem e colocação no Correio);
12- AS RESPOSTAS A MUITOS OFÍCIOS AINDA NÃO FORAM DADAS, E CENTENAS DEVEM SER JUNTADOS EM PROCESSOS, COMO TAMBEM ASSIM LAUDOS E ANTECEDENTES.
DIANTE DE TAL SITUAÇÃO, NÃO HESITAMOS EM RECONHECERMOS E AFIRMARMOS QUE NOS ENCONTRAMOS NO LIMITE DO QUE SOMOS CAPAZES DE FAZERMOS. SOMOS HUMANOS E OS INSTRUMENTOS QUE DISPOMOS SÃO OBSOLETOS E INSUFICIENTES PARA A DEMANDA. NÃO SE JUSTIFICA E TORNA-SE INACEITÁVEL, POR EXEMPLO, QUE PARA EXPEDIRMOS UMA CERTIDÃO DE “ANTECEDENTES CRIMINAIS”, SEJAM NECESSÁRIOS MAIS DE 30 (trinta) MINUTOS OU HORAS, POR NÃO CONTARMOS COM UM PROGRAMA CADASTRAL ELETRÔNICO QUE FACILITE A BUSCA.
FINALMENTE, PEDIMOS DESCULPAS PELOS TRANSTORNOS E MAU ATENDIMENTO; OS QUAIS, POR CERTO, CONSTRANGIDAMENTE TEMOS QUE DIZER, HÃO DE CONTINUAR, SE PROVIDÊNCIAS URGENTES E EFICAZES NÃO FOREM TOMADAS POR PARTE DE QUEM DE DIREITO (TRIBUNAL DE JUSTIÇA), PRINCIPALMENTE EM RELAÇÃO AO AUMENTO DO NÚMERO DE SERVIDORES, DEVIDAMENTE TREINADOS E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MODERNOS E RÁPIDOS.
ESPEDITO SOARES LIMA
Escrivão
e informou que iria elaborar um relatório sucinto e o encaminharia à Presidência do Tribunal de Justiça, para as devidas providências.
Independentemente disso, dezenas de certidões já foram e continuam sendo passadas nos processos, informando o motivo do não cumprimento das diligencias determinadas, e outros documentos têm sido emitidos dando conhecimento da questão, às partes e ao público em geral, pois segundo o Escrivão, as autoridades competentes e o povo devem ser informados de tudo.
Preocupados e de certa forma constrangidos, especialmente os dois Serventuários lotados nele, embora com as consciências tranqüilas, por entenderem que os mesmos não são culpados e não têm contribuído para este tão crucial problema, eles têm feito o que é possível dentro das limitações funcionais e humanas, para minimizar esse fenômeno tão prejudicial, particularmente aos que necessitam dos serviços cartorários e com muito mais particularidade os que os procuram, a exemplo daqueles que se deslocam do interior dos municípios com dificuldades, diversas e adversas, por varias vezes, meses e até anos, sem que sejam atendidos nas suas necessidades.
A nível local, isto é, junto ao Magistrado (único) da Comarca e Diretor do Fórum, já foram apresentadas solicitações no que diz respeito à tomada de providências capazes de, pelo menos, serem amenizadas as dificuldades mais prementes, as quais (solicitações) entre elas, destacam-se:
1- suspensão do expediente externo do Cartório por 02 (duas) semanas, a fim de serem colocados em ordem os processos advindos do Cartório Cível, sem prejuízo das audiências já designadas/redesignadas; 2- autorização de um dia em cada semana, preferencialmente às quartas-feiras, para atendimento especialmente às pessoas que procuram informação sobre ações de Retificação e Cobrança; 3- requisição, em caráter emergencial, de 06 (seis) armários para agasalhar todos os processos, de forma mais ordenada e segura; 4- cessão de 01 (uma) sala, para desafogamento do material existente; instalação de, no mínimo, mais 01 (um) computador, para agilização dos serviços; como também assim, colocação de mais 01 (uma) pessoa para auxiliar nos trabalhos básicos e, finalmente que fosse (seja) dado conhecimento, com ampla divulgação, a todos direta ou indiretamente, que necessitam dos serviços prestados pelo Cartório; dando-se conhecimento também, à Presidência do Tribunal de Justiça e Corregedoria, além do Ministério Público local e aos senhores advogados militantes na Comarca. O documento que ensejou tais solicitações foi datado e entregue ao Magistrado (Juiz de Direito da Comarca), em 22 de agosto de 2007.
A sala já foi cedida, porém por medida de segurança, alguns detalhes têm que ser levados em consideração; 01 (um) computador também, faltando sua instalação e alguns armários são aguardados, para que se possa alojar Feitos, documentos e papeis outros.
Como se não bastasse tudo isto, frise-se que o treinamento feito pelos Serventuários no mês de setembro do ano próximo passado, quando da implantação do programa especial (informatização), “SAIPRO” cadastramento, acompanhamento dos Feitos, etc. encontra-se em (desuso), pois diante do caos torna-se impossível colocá-lo em prática.
A esperança dos que trabalham naquele Cartório e a expectativa, inclusive dos senhores advogados e de todos quantos precisam dos seus serviços, é que sejam tomadas as providências urgentes, a fim de se reverter praticamente todo esse quadro negativo para o Judiciário Jeremoabense, e que dias melhores possam vir, a passos largos, com plena evolução e eficiência.
Para agravar muito mais ainda a situação, em 31 de outubro próximo passado, foi deflagrada GREVE PELOS SERVENTUÁRTIOS DA JUSTIÇA e por tempo indeterminado; os quais reivindicam entre outras coisas: o envio e aprovação do Plano de Cargos e Salários (PCS) para a Assembléia Legislativa, além da publicação do decreto de Progressão por Escolaridade e Merecimento.
É CÁOS TOTAL.
O seu aspecto físico é visivelmente ínfimo para comportar os mais de 4.000 (quatro) mil Feitos que se processam através dele e os objetos apreendidos, ligados evidentemente, aos crimes praticados pelos facínoras. Aliás, ele não comporta nem mesmo os “apenas” dois serventuários oficiais e uma auxiliar, no seu espaço principal; e existe, única e exclusivamente, um aparelho – computador para atender a demanda dos serviços essenciais ao seu normal funcionamento.
Quanto aos dois serventuários, um é o seu titular que exerce o cargo de Escrivão e o outro, de Escrevente, que acumula as funções de Subescrivão, em razão da titular da Subescrivania está à disposição da Comarca de Muritiba e a auxiliar, recém-chegada, é cedida pelo município (Jeremoabo) – convenio entre o tribunal de Justiça/Município, recentemente assinado. Existe ainda um outro auxiliar, este atualmente serve muito mais às audiências e é conveniado (Prefeitura de Cel. João Sá/TJ). O Cartório absorve os processos dos delitos cometidos nos demais municípios que integram a Comarca: Cel. João Sá, Pedro Alexandre e Sítio do Quinto.
Ao ser aberta sua porta, se defronta com um visual inusitado, um cartão postal indesejável, ou seja; um amontoado de feitos e papeis sobre os birôs (3), quase ligados uns aos outros (falta de espaço); como também assim, espalhados no chão. A situação é tão complicada que há dificuldade de locomoção dos serventuários e, raramente alguém pode se sentar pra ser atendido, desde o advogado ao mais humilde cliente que necessita, por exemplo, de uma simples informação. Aliás, esta, nem sempre é dada com clareza, não por falta de atenção dos servidores, mas pela dificuldade que os mesmos têm para prestá-la, dadas as circunstancias negativas que vão de encontro a um não funcionamento digno, eficiente e rápido.
Para complicar mais ainda o problema, com o advento da Lei nº 10.433, de 20 de dezembro de 2006, todos os processos relativos à Fazenda e Registros Públicos que antes eram distribuídos e movimentados pelo Cartório Cível, foram remetidos para o criminal; cujos processos estão sendo re-registrados e re-autuados e o número deles já atingiu 1200 (hum mil e duzentos) Feitos. Como se vê, são quatro (4) etapas distintas: o novo registro, em livro próprio; a nova autuação; renumeração das folhas de cada processo e a rubrica em todas elas, pelo Escrivão.
Dos 100% (cem por cento) dos despachos designando/redesignando audiências para este ano, proferidos entre junho e novembro do ano passado, apenas foram cumpridos cerca de, no máximo,
20 ou 30% (vinte ou trinta por cento) e muitas audiências deixaram de ser realizadas pelo não cumprimento integral deles (despachos), inclusive em processos de réus presos e cartas precatórias que são prioritários. E o motivo principal deste vexame, caos e/ou catástrofe, podemos assim considerar, além da calamidade-funcional-pública, é exatamente a falta de Servidor, pois o número é incompatível com a carência (está a quem do desejável-insdispensável), bem como aparelhos (computadores - não obsoletos), para atender a demanda dos serviços, pelo menos os essenciais-prioritários-urgentes.
Em recente visita à Comarca, o Exmº. Sr. Des. Corregedor Geral da Justiça se inteirou dos seus problemas, mandou tirar fotografias do Cartório, levou uma cópia do documento emitido pelo seu titular, que estava afixado na sua porta (veja-o):
ATENÇÃO!
Há CERCA DE 100 DIAS ATRÁS, CONSIDERÁVAMOS QUE A SITUAÇÃO NESTE CARTÓRIO ERA DE CAOS; A 45, DE CALAMIDADE FUNCIONAL, E NOS DIAS ATUAIS, LAMENTAVELMENTE, ATINGIMOS UM ESTADO DE TOTAL CALAMIDADE-FUNCIONAL-PÚBLICA, PELAS SEGUINTES RAZÕES:
1- CONTAMOS COM MAIS DE 2000 (dois mil) PROCSSSOS EM ANDAMENTO, CUJOS FEITOS RELACIONAM-SE ÀS ÁREAS: CRIMINAIS, EXECUÇÕES PENAIS, DO JÚRI E DA INFANCIA E DA JUVENTUDE;
2- EM VIRTUDE DA DESATIVAÇÃO DO JUIZADO ESPEICAL CRIMINAL, TODOS OS PROCESSOS FORAM ENCAMINHADOS A ESTE (Cartório), E HOJE O NÚMERO DOS SEUS FEITOS, ALCANÇA MAIS DE 1200 (hum mil e duzentos) – EM ANDAMENTO;
3- A PARTIR DO MÊS DE MAIO/2007, COMEÇAMOS A RECEBER MAIS DE 1000 (hum mil) PROCSSSOS DO CARTÓRIO DOS FEITOS CÍVEIS, EM VIRTUDE DE ABRANGERMOS TAMBÉM ESTES FEITOS: EXECUÇÃO FISCAL, REGISTROS PÚBLICOS, ENTRE OUTROS, QUE VINHAM SENDO PROCESSADOS E JULGADOS ATRAVÉS DELE, OS QUAIS VAMOS TER QUE REREGISTRÁ-LOS E REAUTUÁ-LOS;
4- CONTAMOS, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE COM UM INSTRUMENTO DE TRABALHO – COMPUTADOR, O QUAL VEZ POR OUTRA ESTÁ APRESENTANDO PROBLEMAS;
5- PARA TODA ESTA MOVIMENTAÇÃO, ESPECIFICAMENTE AO QUE DIZ RESPEITO AO CUMPRIMENTO DE DESPACHOS E EXPEDIENTES OUTROS, EXISTEM APENAS 02 (dois) SERVENTUÁRIOS: 01 (um) ESCRIVÃO – Titular E 01 (um) ESCREVENTE, QUE RESPONDE PELA SUBESCRIVANIA, EM RAZÃO DA TITULAR, A MAIS DE 10 (dez) ANOS, SE ENCONTRAR À DISPOSIÇÃO DA COMARCA DE MURITIBA;
6- DOS 100% (cem por cento) DOS DESPACHOS PROLATADOS O ANO PASSADO (2006) DESIGNANDO/REDESIGNANDO AUDIÊNCIAS PARA ESTE (2007), INFELIZMENTE SÓ FOI POSSÍVEL CUMPRIRMOS 20 (vinte) OU NO MÁXIMO, 30% (trinta por cento);
7- A PRIORIDADE DÁ-SE, POR DETERMINAÇAO LEGAL, AOS PROCESSOS DE RÉUS PRESOS E CARTAS PRECATÓRTIAS, E NEM NESTES CASOS ESTÁ SENDO POSSÍVEL O CUMPRIMENTO DO QUANTO DETERMINADO, EM TEMPO HÁBIL, O QUE TEM ACARRETADO ATRASOS CONSIDERÁVEIS EM MUITOS PROCESSOS, INCLUSIVE NOS DOS PRÓPRIOS RÉUS PRESOS E CARTAS PRECATÓRIAS TAMBÉM; E ÀS VEZES, AINDA, SÃO ADIADAS SESSÕES DE JULGAMENTO PELO TRIBUNAL DO JÚRI, O QUE VEM ACONTECENDO FREQUENTEMENTE COM AS AUDIÊNCIAS NORMAIS;
8- AINDA NO MÊS DE MAIO (mês de férias do Escrevente – a partir da segunda semana e que o Escrivão esteve praticamente sozinho), DEIXARAM DE SER REALIZADAS, EM MÉDIA, MAIS DE 50 (cinqüenta) AUDIÊNCIAS POR FALTA DE CUMPRIMENTO DOS DESPACHOS;
9- INDEPENDENTEMENTE DO SERVIÇO INTERNO, ATENDEMOS AS PARTES DE UM MODO GERAL, TODOS OS DIAS;
10- COMO TODOS SABEM, A NOSSA CARGA HORÁRIA SEMANAL, É DE 30 (trinta) HORAS; 06 (seis) POR DIA – TURNO ÚNICO (08 às 14);
11- AS CORRESPONDÊNCIAS ESTÃO EM ATRASO (protocolagem e colocação no Correio);
12- AS RESPOSTAS A MUITOS OFÍCIOS AINDA NÃO FORAM DADAS, E CENTENAS DEVEM SER JUNTADOS EM PROCESSOS, COMO TAMBEM ASSIM LAUDOS E ANTECEDENTES.
DIANTE DE TAL SITUAÇÃO, NÃO HESITAMOS EM RECONHECERMOS E AFIRMARMOS QUE NOS ENCONTRAMOS NO LIMITE DO QUE SOMOS CAPAZES DE FAZERMOS. SOMOS HUMANOS E OS INSTRUMENTOS QUE DISPOMOS SÃO OBSOLETOS E INSUFICIENTES PARA A DEMANDA. NÃO SE JUSTIFICA E TORNA-SE INACEITÁVEL, POR EXEMPLO, QUE PARA EXPEDIRMOS UMA CERTIDÃO DE “ANTECEDENTES CRIMINAIS”, SEJAM NECESSÁRIOS MAIS DE 30 (trinta) MINUTOS OU HORAS, POR NÃO CONTARMOS COM UM PROGRAMA CADASTRAL ELETRÔNICO QUE FACILITE A BUSCA.
FINALMENTE, PEDIMOS DESCULPAS PELOS TRANSTORNOS E MAU ATENDIMENTO; OS QUAIS, POR CERTO, CONSTRANGIDAMENTE TEMOS QUE DIZER, HÃO DE CONTINUAR, SE PROVIDÊNCIAS URGENTES E EFICAZES NÃO FOREM TOMADAS POR PARTE DE QUEM DE DIREITO (TRIBUNAL DE JUSTIÇA), PRINCIPALMENTE EM RELAÇÃO AO AUMENTO DO NÚMERO DE SERVIDORES, DEVIDAMENTE TREINADOS E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MODERNOS E RÁPIDOS.
ESPEDITO SOARES LIMA
Escrivão
e informou que iria elaborar um relatório sucinto e o encaminharia à Presidência do Tribunal de Justiça, para as devidas providências.
Independentemente disso, dezenas de certidões já foram e continuam sendo passadas nos processos, informando o motivo do não cumprimento das diligencias determinadas, e outros documentos têm sido emitidos dando conhecimento da questão, às partes e ao público em geral, pois segundo o Escrivão, as autoridades competentes e o povo devem ser informados de tudo.
Preocupados e de certa forma constrangidos, especialmente os dois Serventuários lotados nele, embora com as consciências tranqüilas, por entenderem que os mesmos não são culpados e não têm contribuído para este tão crucial problema, eles têm feito o que é possível dentro das limitações funcionais e humanas, para minimizar esse fenômeno tão prejudicial, particularmente aos que necessitam dos serviços cartorários e com muito mais particularidade os que os procuram, a exemplo daqueles que se deslocam do interior dos municípios com dificuldades, diversas e adversas, por varias vezes, meses e até anos, sem que sejam atendidos nas suas necessidades.
A nível local, isto é, junto ao Magistrado (único) da Comarca e Diretor do Fórum, já foram apresentadas solicitações no que diz respeito à tomada de providências capazes de, pelo menos, serem amenizadas as dificuldades mais prementes, as quais (solicitações) entre elas, destacam-se:
1- suspensão do expediente externo do Cartório por 02 (duas) semanas, a fim de serem colocados em ordem os processos advindos do Cartório Cível, sem prejuízo das audiências já designadas/redesignadas; 2- autorização de um dia em cada semana, preferencialmente às quartas-feiras, para atendimento especialmente às pessoas que procuram informação sobre ações de Retificação e Cobrança; 3- requisição, em caráter emergencial, de 06 (seis) armários para agasalhar todos os processos, de forma mais ordenada e segura; 4- cessão de 01 (uma) sala, para desafogamento do material existente; instalação de, no mínimo, mais 01 (um) computador, para agilização dos serviços; como também assim, colocação de mais 01 (uma) pessoa para auxiliar nos trabalhos básicos e, finalmente que fosse (seja) dado conhecimento, com ampla divulgação, a todos direta ou indiretamente, que necessitam dos serviços prestados pelo Cartório; dando-se conhecimento também, à Presidência do Tribunal de Justiça e Corregedoria, além do Ministério Público local e aos senhores advogados militantes na Comarca. O documento que ensejou tais solicitações foi datado e entregue ao Magistrado (Juiz de Direito da Comarca), em 22 de agosto de 2007.
A sala já foi cedida, porém por medida de segurança, alguns detalhes têm que ser levados em consideração; 01 (um) computador também, faltando sua instalação e alguns armários são aguardados, para que se possa alojar Feitos, documentos e papeis outros.
Como se não bastasse tudo isto, frise-se que o treinamento feito pelos Serventuários no mês de setembro do ano próximo passado, quando da implantação do programa especial (informatização), “SAIPRO” cadastramento, acompanhamento dos Feitos, etc. encontra-se em (desuso), pois diante do caos torna-se impossível colocá-lo em prática.
A esperança dos que trabalham naquele Cartório e a expectativa, inclusive dos senhores advogados e de todos quantos precisam dos seus serviços, é que sejam tomadas as providências urgentes, a fim de se reverter praticamente todo esse quadro negativo para o Judiciário Jeremoabense, e que dias melhores possam vir, a passos largos, com plena evolução e eficiência.
Para agravar muito mais ainda a situação, em 31 de outubro próximo passado, foi deflagrada GREVE PELOS SERVENTUÁRTIOS DA JUSTIÇA e por tempo indeterminado; os quais reivindicam entre outras coisas: o envio e aprovação do Plano de Cargos e Salários (PCS) para a Assembléia Legislativa, além da publicação do decreto de Progressão por Escolaridade e Merecimento.
É CÁOS TOTAL.
CALAR? – Espedito Lima
Mesmo sem sermos jornalistas, escritores, poetas ou qualquer do povo; sem profissão, arte, ofício, autônomo, simplesmente um cidadão, devemos calar? Se nos calarmos, não estaremos cedendo à ofensa, seja que natureza for, como autor e vítima ao mesmo tempo?
É evidente que primeiro vejamos, ouçamos, analisemos e com responsabilidade, opinemos, critiquemos e até, se for o caso, acusemos e defendamos; mas falemos, não nos calemos, é a regra geral e natural. É apenas um mostrar, um querer, um desejar de um ou vários membros de uma sociedade que se diz democrática e que a cidadania deve ser exercida; como aonde e quando?
Mas podemos falar? Dependendo do que falarmos, não seremos censurados por nós mesmos antes que outrem nos censure, por isto ou por aquilo? Ou devemos ousar falar, mesmo que sejamos encurralados pelo desejo dos que não querem ver a notícia, a crítica ou até mesmo o elogio em evidencia? Calaremos a nossa voz, o nosso comportamento, nossas idéias, nossa visão, o nosso presente e nosso futuro? Se calarmos, quem saberá, quem ouvirá, quem responderá?
É certo que uns calam-se por conveniência, por receio, insegurança, falta de conhecimento, porque não quer atacar, contrariar; enquanto que outros falam por necessidade, porque é pago pra isso, porque é conivente, por agradar ou atacar-agredir. Mas alguém fala, mostra, contende, explica, ensina e guia; é a regra do viver, criando, aprendendo e exercitando.
Se calarmos, quem nos ouvirá e quem nos falará?
Na democracia (essência da palavra), o uso do calar talvez represente a ausência do saber ou do omitir; enquanto que o exercício da cidadania, esta deve ser exercida de forma geral, principalmente quando mostramos os nossos direitos, as nossas garantias, inclusive e principalmente aqueles (as) que nos são assegurados constitucionalmente. É o valer de uma necessidade pessoal, de grupos; isolado ou coletivamente. É o dar e o receber – o dever, a obrigação e a contemplação.
Calar pra que, por quê?
É difícil responder aos que mandam calar? É difícil ouvir os que falam, reclamam, xingam, ameaçam, corrompem e usam da arbitrariedade; em qualquer lugar, em qualquer setor, em qualquer ação, exercício ou profissão.
Percorramos uma variante – A POLÍTICA. Nesta, a situação não aceita que a oposição lhe critique, nem que esta agrida aquela; a menos que ambas se unam por algum pretexto, particularmente num ano eleitoral, para fins interesseiros. O interesse só não recai sobre o povo, isto é, nada é feito pra ele e por ele, a não ser a exploração, de todas as formas. É o uso e o abuso.
O eleitor não pode abrir a boca, só se for para gritar – MUITO BEM, positivamente. Este é HOMEM, é nele que eu VOU VOTAR. Cale-se, idiota. Ouça e preste atenção. No que, em quem? Palmas! Ele merece, é ele que nós queremos.
Enquanto isto, a imprensa denuncia, mostra às autoridades o que foi e está sendo feito; mas vez por outra o acusado é o denunciante e o denunciado, a vítima (engraçado), e o pior é que ela, a vítima, também é condenada pelo – CALE-SE.
O servidor, o simples empregado, o coitado do operário mostra o erro; mas o errado sempre é ele. O que ele ver, seus olhos não devem enxergar e o que ele ouviu, não deve falar. Assim, talvez ele seja promovido, tenha o salário aumentado; que situação. É a Lei do CALE-SE.
VIVA OUVINDO – CALE-SE!
Mesmo sem sermos jornalistas, escritores, poetas ou qualquer do povo; sem profissão, arte, ofício, autônomo, simplesmente um cidadão, devemos calar? Se nos calarmos, não estaremos cedendo à ofensa, seja que natureza for, como autor e vítima ao mesmo tempo?
É evidente que primeiro vejamos, ouçamos, analisemos e com responsabilidade, opinemos, critiquemos e até, se for o caso, acusemos e defendamos; mas falemos, não nos calemos, é a regra geral e natural. É apenas um mostrar, um querer, um desejar de um ou vários membros de uma sociedade que se diz democrática e que a cidadania deve ser exercida; como aonde e quando?
Mas podemos falar? Dependendo do que falarmos, não seremos censurados por nós mesmos antes que outrem nos censure, por isto ou por aquilo? Ou devemos ousar falar, mesmo que sejamos encurralados pelo desejo dos que não querem ver a notícia, a crítica ou até mesmo o elogio em evidencia? Calaremos a nossa voz, o nosso comportamento, nossas idéias, nossa visão, o nosso presente e nosso futuro? Se calarmos, quem saberá, quem ouvirá, quem responderá?
É certo que uns calam-se por conveniência, por receio, insegurança, falta de conhecimento, porque não quer atacar, contrariar; enquanto que outros falam por necessidade, porque é pago pra isso, porque é conivente, por agradar ou atacar-agredir. Mas alguém fala, mostra, contende, explica, ensina e guia; é a regra do viver, criando, aprendendo e exercitando.
Se calarmos, quem nos ouvirá e quem nos falará?
Na democracia (essência da palavra), o uso do calar talvez represente a ausência do saber ou do omitir; enquanto que o exercício da cidadania, esta deve ser exercida de forma geral, principalmente quando mostramos os nossos direitos, as nossas garantias, inclusive e principalmente aqueles (as) que nos são assegurados constitucionalmente. É o valer de uma necessidade pessoal, de grupos; isolado ou coletivamente. É o dar e o receber – o dever, a obrigação e a contemplação.
Calar pra que, por quê?
É difícil responder aos que mandam calar? É difícil ouvir os que falam, reclamam, xingam, ameaçam, corrompem e usam da arbitrariedade; em qualquer lugar, em qualquer setor, em qualquer ação, exercício ou profissão.
Percorramos uma variante – A POLÍTICA. Nesta, a situação não aceita que a oposição lhe critique, nem que esta agrida aquela; a menos que ambas se unam por algum pretexto, particularmente num ano eleitoral, para fins interesseiros. O interesse só não recai sobre o povo, isto é, nada é feito pra ele e por ele, a não ser a exploração, de todas as formas. É o uso e o abuso.
O eleitor não pode abrir a boca, só se for para gritar – MUITO BEM, positivamente. Este é HOMEM, é nele que eu VOU VOTAR. Cale-se, idiota. Ouça e preste atenção. No que, em quem? Palmas! Ele merece, é ele que nós queremos.
Enquanto isto, a imprensa denuncia, mostra às autoridades o que foi e está sendo feito; mas vez por outra o acusado é o denunciante e o denunciado, a vítima (engraçado), e o pior é que ela, a vítima, também é condenada pelo – CALE-SE.
O servidor, o simples empregado, o coitado do operário mostra o erro; mas o errado sempre é ele. O que ele ver, seus olhos não devem enxergar e o que ele ouviu, não deve falar. Assim, talvez ele seja promovido, tenha o salário aumentado; que situação. É a Lei do CALE-SE.
VIVA OUVINDO – CALE-SE!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
RÁPIDAS III - Espedito Lima
→ OS MAGALHÃES SE FORAM: PRIMEIRO, ACM “SENADOR DA REPÚBLICA” (morte); AGORA, JOSÉ OLIVEIRA SANTOS “Magalhães”, O PREFEITO DE SÍTIO DO QUINTO-BAHIA (afastado pelo Tribunal de Justiça)
→ A VEREANÇA JEREMOABENSE CONTINUA SENDO A BOLA DA VEZ. DESTA FEITA, O BOMBARDEIO ATINGE vereadores sonegadores do Imposto de Renda, vereadores com fretes fictícios, inexistentes ou fantasmas, licitações fraudulentas e criminosas, farra de diárias patrocinadas por vereadores, ocultação de Prestação de Contas para que a população não tomasse conhecimento, e permanecesse enganada e alheia a todos os atos ímprobos
→ BARBARIDADE REAL AÉREA (BRA) – SEMPRE OS PASSAGEIROS e FUNCIONÁRIOS SÃO AS VÍTIMAS COM CRISES SEMELHANTES
→ A COPA DO MUNDO NO BRASIL EM 2014, SERÁ VERDADEIRAMENTE UM MUNDIAL DE FUTEBOL OU DE EXPOSIÇÃO DE OBRAS CONSTRUÍDAS ÀS PRESSAS
→ O PROGRAMA PREFEITURA SOLIDÁRIA (embora tenha sido um sucesso, segundo alguns) E A MUNICIPALIZAÇÃO DO HOSPITAL (Jeremoabo-Bahia), PODEM SE TRANSFORMAR NUMA FACA DE 02 (DOIS) GUMES PARA A ATUAL ADMINISTRAÇÃO. TODO CUIDADO É POUCO
→ SE HOUVER POSSIBILIDADE DE 3º (terceiro) MANDATO PRESIDENCIAL (Brasil), SERÁ MELHOR NOS UNIRMOS À VENEZUELA – REINADO LÁ, IMPÉRIO CÁ
→ ANTES, A CERVEJA ENGORDAVA; AGORA, DEPOIS DE UMA BOA CAMINHADA, INGERINDO-A, O EMAGRECIMENTO AGRADECE. RECEITA DELICIOSA PARA AS CERVEJARIAS
→ A COR DO LEITE NO BRASIL NÃO É PROBLEMA; A QUESTÃO SÃO SEUS INGREDIENTES - SUA COMPOSIÇÃO
→ QUE ANDA FAZENDO O TAUMATURGO DE JEREMOABO (João da Silva Varjão?) – FOI PREFEITO, COLOCOU 02 (dois) CUNHADOS NO PODER E AINDA POUSA DE VICE (Prefeito) E, SEGUNDO MUITOS, É UM DOS GRANDES LÍDERES DA POLÍTICA JEREMOABENSE
→ A EDUCAÇAO BRASILEIRA ANDA TÃO BEM, QUE JÁ ESTÃO ESCREVENDO ‘’’’educação’’’”, DESTA FORMA: EDULCAÇÃO - VIVA A GRAMÁTICA!
→ OS MAGALHÃES SE FORAM: PRIMEIRO, ACM “SENADOR DA REPÚBLICA” (morte); AGORA, JOSÉ OLIVEIRA SANTOS “Magalhães”, O PREFEITO DE SÍTIO DO QUINTO-BAHIA (afastado pelo Tribunal de Justiça)
→ A VEREANÇA JEREMOABENSE CONTINUA SENDO A BOLA DA VEZ. DESTA FEITA, O BOMBARDEIO ATINGE vereadores sonegadores do Imposto de Renda, vereadores com fretes fictícios, inexistentes ou fantasmas, licitações fraudulentas e criminosas, farra de diárias patrocinadas por vereadores, ocultação de Prestação de Contas para que a população não tomasse conhecimento, e permanecesse enganada e alheia a todos os atos ímprobos
→ BARBARIDADE REAL AÉREA (BRA) – SEMPRE OS PASSAGEIROS e FUNCIONÁRIOS SÃO AS VÍTIMAS COM CRISES SEMELHANTES
→ A COPA DO MUNDO NO BRASIL EM 2014, SERÁ VERDADEIRAMENTE UM MUNDIAL DE FUTEBOL OU DE EXPOSIÇÃO DE OBRAS CONSTRUÍDAS ÀS PRESSAS
→ O PROGRAMA PREFEITURA SOLIDÁRIA (embora tenha sido um sucesso, segundo alguns) E A MUNICIPALIZAÇÃO DO HOSPITAL (Jeremoabo-Bahia), PODEM SE TRANSFORMAR NUMA FACA DE 02 (DOIS) GUMES PARA A ATUAL ADMINISTRAÇÃO. TODO CUIDADO É POUCO
→ SE HOUVER POSSIBILIDADE DE 3º (terceiro) MANDATO PRESIDENCIAL (Brasil), SERÁ MELHOR NOS UNIRMOS À VENEZUELA – REINADO LÁ, IMPÉRIO CÁ
→ ANTES, A CERVEJA ENGORDAVA; AGORA, DEPOIS DE UMA BOA CAMINHADA, INGERINDO-A, O EMAGRECIMENTO AGRADECE. RECEITA DELICIOSA PARA AS CERVEJARIAS
→ A COR DO LEITE NO BRASIL NÃO É PROBLEMA; A QUESTÃO SÃO SEUS INGREDIENTES - SUA COMPOSIÇÃO
→ QUE ANDA FAZENDO O TAUMATURGO DE JEREMOABO (João da Silva Varjão?) – FOI PREFEITO, COLOCOU 02 (dois) CUNHADOS NO PODER E AINDA POUSA DE VICE (Prefeito) E, SEGUNDO MUITOS, É UM DOS GRANDES LÍDERES DA POLÍTICA JEREMOABENSE
→ A EDUCAÇAO BRASILEIRA ANDA TÃO BEM, QUE JÁ ESTÃO ESCREVENDO ‘’’’educação’’’”, DESTA FORMA: EDULCAÇÃO - VIVA A GRAMÁTICA!
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A MORTE - Espedito Lima
A notícia se espalhou, o pranto rolou; uma missão cumprida, etapa vencida
Um suspiro final, uma agonia real; legítimo desaparecimento
Espetáculo fatal, o choque chegou; faltou a coragem, o movimento
O pulsar agonizou, terminou o inicio e o fim; pra uns bom, pra outros, ruim
É ato de tristeza, frieza e incômodo; lágrimas correm sobre rostos cálidos
Lamento regado à saudade e sentimento; desespero da matéria e do espírito
Do abandono e da distancia
É a perda obrigatória do viver; paz do repouso certo e parcial
Estancada precisa e marca do ser
Sóbria amargura que se abate no semblante avassalador dos que ficam
Observando a cumplicidade da passagem própria e inevitável
Em busca da necessidade Divina do acabar
Prematura vingança que se foi do porvir
Facho de luz que acendeu e apagou, a solicitude que embarga a causa do existir
Fato indispensável que vigia o fragmento do corpo que desabou
Sobre o elemento oxigenado que se perdeu. Na cédula dividida que se fulminou
No amanhã do hoje, do futuro e do presente; versa a clareza da parada da vivencia
Deixando o rasgar do pesar que consome a gente
Objeto vulgar que não se pode desprezar; da manhã comum que se desfaz
Como função que se desloca da razão; processando o término duma composição
Artífice fôlego que o alicerce causou; na espessura do sustentáculo humano
Cuja coluna óssea se desmoronou
Motivo fecundo do desespero profundo; arrastão natural da história da partida
No espanto cruel da áspera solidão, da infinita exaustão da cabal frustração
Caminho livre da vinda e da ida esperada; no vagar da amplitude imaginária
Que desmonta o selo da vida desfigurada
Tensão frenética do exemplo da cruz; no mandamento que Deus não deixou
No rol dos dez que ele ditou; sendo o único na terra que não ficou
Violação concreta do premio perfeito; que rejeita o ficar da ordem maior
No cenário fiel à sombra do desrespeito
Fútil esqueleto que desce à terra; depois do fechar no velar do caixão
Que se vai a caminho do abrigo marcado; traçando o percurso da desolação
Vítima segregada na ventura da sorte; que se esmaga na profundeza da realidade
Como poema mísero que fala da dor que nos leva à morte
A notícia se espalhou, o pranto rolou; uma missão cumprida, etapa vencida
Um suspiro final, uma agonia real; legítimo desaparecimento
Espetáculo fatal, o choque chegou; faltou a coragem, o movimento
O pulsar agonizou, terminou o inicio e o fim; pra uns bom, pra outros, ruim
É ato de tristeza, frieza e incômodo; lágrimas correm sobre rostos cálidos
Lamento regado à saudade e sentimento; desespero da matéria e do espírito
Do abandono e da distancia
É a perda obrigatória do viver; paz do repouso certo e parcial
Estancada precisa e marca do ser
Sóbria amargura que se abate no semblante avassalador dos que ficam
Observando a cumplicidade da passagem própria e inevitável
Em busca da necessidade Divina do acabar
Prematura vingança que se foi do porvir
Facho de luz que acendeu e apagou, a solicitude que embarga a causa do existir
Fato indispensável que vigia o fragmento do corpo que desabou
Sobre o elemento oxigenado que se perdeu. Na cédula dividida que se fulminou
No amanhã do hoje, do futuro e do presente; versa a clareza da parada da vivencia
Deixando o rasgar do pesar que consome a gente
Objeto vulgar que não se pode desprezar; da manhã comum que se desfaz
Como função que se desloca da razão; processando o término duma composição
Artífice fôlego que o alicerce causou; na espessura do sustentáculo humano
Cuja coluna óssea se desmoronou
Motivo fecundo do desespero profundo; arrastão natural da história da partida
No espanto cruel da áspera solidão, da infinita exaustão da cabal frustração
Caminho livre da vinda e da ida esperada; no vagar da amplitude imaginária
Que desmonta o selo da vida desfigurada
Tensão frenética do exemplo da cruz; no mandamento que Deus não deixou
No rol dos dez que ele ditou; sendo o único na terra que não ficou
Violação concreta do premio perfeito; que rejeita o ficar da ordem maior
No cenário fiel à sombra do desrespeito
Fútil esqueleto que desce à terra; depois do fechar no velar do caixão
Que se vai a caminho do abrigo marcado; traçando o percurso da desolação
Vítima segregada na ventura da sorte; que se esmaga na profundeza da realidade
Como poema mísero que fala da dor que nos leva à morte
GREVE - Espedito Lima
Os servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia, em Assembléia Geral Extraordinária, realizada às 22h desta última quarta-feira (31/10), na Assembléia Legislativa (AL), entraram em greve por tempo indeterminado.
O movimento foi deflagrado após os servidores tomarem conhecimento da não aceitação da emenda, já negociada, que inclui o envio do Plano de Cargos e Salários (PCS) da categoria, no prazo de até 180 dias, ao projeto da Lei de Organização Judiciária (LOJ), votado ontem pelos deputados estaduais, na AL.
A categoria se mantém em estado de greve até a próxima quarta-feira (07/11), quando será realizada uma nova assembléia conjunta entre os servidores filiados ao Sinpojud e ao Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sintaj), às 14h, no Salão do Júri do Fórum Ruy Barbosa.
Fonte: Diretoria de Imprensa
Área de Interesse: SERVIDORES
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
PARALIZAÇÃO
Servidores do Judiciário fazem nova paralisação na quarta - 29/10/2007 Por Diretoria de Imprensa
Assembléia Geral da categoria acontece pouco antes da votação da nova Lei de Organização do Judiciário, na Assembléia Legislativa.
A maioria dos servidores presentes, esta manhã, à Assembléia Extraordinária decidiu por uma nova assembléia geral com paralisação nessa quarta-feira, dia 31 de outubro, a ser realizada na Assembléia Legislativa (AL) a partir das 14 horas. A mobilização visa garantir a aprovação do projeto de lei da casa própria, assim como das emendas apresentadas pelo Sinpojud ao projeto da Lei de Organização do Judiciário, que estará em votação pelos deputados estaduais às 17h do mesmo dia.
Hoje, a diretoria executiva do Sinpojud se reúne com o deputado estadual Álvaro Gomes, relator do projeto da LOJ, para verificar os pontos que constam no relatório. As emendas propostas pelo Sinpojud ao projeto da LOJ foram construídas, democraticamente, com os servidores do Judiciário a partir de questões discutidas em fóruns promovidos pelo sindicato desde o início do ano.
Até o início da próxima assembléia, o projeto de lei para aquisição da casa própria terá chegado à AL. O projeto já está pronto e agora a categoria aguarda a assinatura do presidente do Tribunal de Justiça (TJ-BA) para encaminhá-lo para apreciação na AL. O referido projeto prevê a inclusão dos servidores do Judiciário nos programas estaduais de financiamento de imóveis.
PCS: A comissão do Sinpojud para revisão do Plano de Cargos e Salários (PCS) da categoria terá acesso, até o final do dia, às informações sobre encargos e outros custos que incidem sobre a folha pagamento dos servidores. Essas informações permitirão que a comissão feche os estudos de impacto sobre a folha de pagamento do TJ com a implantação do PCS e o envie para apreciação do Pleno.
Amanhã, Jaciara Cedraz e João Araújo, diretores de assuntos sociais e administração respectivamente, iniciam seus trabalhos na comissão de substituição, instituída na última quinta-feira pelo presidente do TJ. A comissão terá 60 dias para reunir os processos de substituição e elaborar um relatório, no qual será especificado quem tem direito ao pagamento do benefício e de quanto é a dívida do TJ com esses servidores.
Para essa terça, está agendada uma reunião com a Superintendência do Ipraj, quando será averiguada a condução do processo de contratação de um médico perito para elaboração do laudo pericial para pagamento da periculosidade e insalubridade.
Progressão por escolaridade e merecimento: Ainda hoje, a diretoria executiva tem reunião marcada com o vice-presidente do TJ-BA, Des. Sinésio Cabral, que assumirá a presidência da Corte baiana após aposentadoria do Des. Benito Figueiredo, atual presidente do TJ-BA. O decreto da progressão por escolaridade e merecimento deve ser publicado até meados de novembro. A publicação beneficiará os servidores que deram entrada na documentação junto à Gerencia de Recursos Humanos.
A progressão por escolaridade acontece a partir da apresentação dos diplomas necessários para o nível requerido, já a progressão por merecimento necessita do cumprimento de alguns critérios.
Fonte: Diretoria de Imprensa
Área de Interesse: GREVES
A maioria dos servidores presentes, esta manhã, à Assembléia Extraordinária decidiu por uma nova assembléia geral com paralisação nessa quarta-feira, dia 31 de outubro, a ser realizada na Assembléia Legislativa (AL) a partir das 14 horas. A mobilização visa garantir a aprovação do projeto de lei da casa própria, assim como das emendas apresentadas pelo Sinpojud ao projeto da Lei de Organização do Judiciário, que estará em votação pelos deputados estaduais às 17h do mesmo dia.
Hoje, a diretoria executiva do Sinpojud se reúne com o deputado estadual Álvaro Gomes, relator do projeto da LOJ, para verificar os pontos que constam no relatório. As emendas propostas pelo Sinpojud ao projeto da LOJ foram construídas, democraticamente, com os servidores do Judiciário a partir de questões discutidas em fóruns promovidos pelo sindicato desde o início do ano.
Até o início da próxima assembléia, o projeto de lei para aquisição da casa própria terá chegado à AL. O projeto já está pronto e agora a categoria aguarda a assinatura do presidente do Tribunal de Justiça (TJ-BA) para encaminhá-lo para apreciação na AL. O referido projeto prevê a inclusão dos servidores do Judiciário nos programas estaduais de financiamento de imóveis.
PCS: A comissão do Sinpojud para revisão do Plano de Cargos e Salários (PCS) da categoria terá acesso, até o final do dia, às informações sobre encargos e outros custos que incidem sobre a folha pagamento dos servidores. Essas informações permitirão que a comissão feche os estudos de impacto sobre a folha de pagamento do TJ com a implantação do PCS e o envie para apreciação do Pleno.
Amanhã, Jaciara Cedraz e João Araújo, diretores de assuntos sociais e administração respectivamente, iniciam seus trabalhos na comissão de substituição, instituída na última quinta-feira pelo presidente do TJ. A comissão terá 60 dias para reunir os processos de substituição e elaborar um relatório, no qual será especificado quem tem direito ao pagamento do benefício e de quanto é a dívida do TJ com esses servidores.
Para essa terça, está agendada uma reunião com a Superintendência do Ipraj, quando será averiguada a condução do processo de contratação de um médico perito para elaboração do laudo pericial para pagamento da periculosidade e insalubridade.
Progressão por escolaridade e merecimento: Ainda hoje, a diretoria executiva tem reunião marcada com o vice-presidente do TJ-BA, Des. Sinésio Cabral, que assumirá a presidência da Corte baiana após aposentadoria do Des. Benito Figueiredo, atual presidente do TJ-BA. O decreto da progressão por escolaridade e merecimento deve ser publicado até meados de novembro. A publicação beneficiará os servidores que deram entrada na documentação junto à Gerencia de Recursos Humanos.
A progressão por escolaridade acontece a partir da apresentação dos diplomas necessários para o nível requerido, já a progressão por merecimento necessita do cumprimento de alguns critérios.
Fonte: Diretoria de Imprensa
Área de Interesse: GREVES
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
PIADAS DO BRASIL (Parte 1) – Espedito Lima
↘ Independência ou Morte? Que morte? (Ninguém queria matar ninguém)
↘ Eu serei o Presidente dos descamisados (confiscou a poupança de todos, inclusive dos pobres)
↘ Estourou a quadrilha disso ou daquilo; rombos e mais rombos (ninguém devolve nada, a não ser um pra servir de bode espiatório)
↘ Todo trabalhador tem direito a 30 dias de férias. (A maioria trabalha de segunda à sexta-feira, principalmente os servidores federais, estaduais e municipais; em sendo assim, mesmo que o mês seja de cinco semanas, jamais se atingiriam 30 dias)
↘ Se eu me eleger, eu e o Prefeito vamos botar bom na cama (discurso de Candidata a Vereadora)
↘ Time de futebol precisa ganhar de 10X0 e acontece (na Bahia – e o goleiro que os levou, simplesmente afirma ter sido um jogo normal)
↘ A Nação Brasileira, é o maior País Católico do mundo (pouquíssimos adeptos conhecem sua história)
↘ Diminuiu a desigualdade em nosso País (em muitas residências existem televisão, rádios, etc. e seus moradores passam fome)
↘ Vacina contra paralisia infantil (tem brincadeira e palhaçada)
↘ Pra encerrar, apenas um lembrete; a principal piada do País, é constitucional, vejam: (TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇAO DE QUALQUER NATUREZA, GARANTINDO-SE AOS BRASILEIROS E AOS ESTRANGEITROS RESIDENTTES NO PÁIS A INVIOLOABILIDADE DO DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À IGUALDADE, À SEGURANÇA E A PROPRIEDADE ... – Art. 5º da Constituição Federal/l988)
↘ Eu serei o Presidente dos descamisados (confiscou a poupança de todos, inclusive dos pobres)
↘ Estourou a quadrilha disso ou daquilo; rombos e mais rombos (ninguém devolve nada, a não ser um pra servir de bode espiatório)
↘ Todo trabalhador tem direito a 30 dias de férias. (A maioria trabalha de segunda à sexta-feira, principalmente os servidores federais, estaduais e municipais; em sendo assim, mesmo que o mês seja de cinco semanas, jamais se atingiriam 30 dias)
↘ Se eu me eleger, eu e o Prefeito vamos botar bom na cama (discurso de Candidata a Vereadora)
↘ Time de futebol precisa ganhar de 10X0 e acontece (na Bahia – e o goleiro que os levou, simplesmente afirma ter sido um jogo normal)
↘ A Nação Brasileira, é o maior País Católico do mundo (pouquíssimos adeptos conhecem sua história)
↘ Diminuiu a desigualdade em nosso País (em muitas residências existem televisão, rádios, etc. e seus moradores passam fome)
↘ Vacina contra paralisia infantil (tem brincadeira e palhaçada)
↘ Pra encerrar, apenas um lembrete; a principal piada do País, é constitucional, vejam: (TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇAO DE QUALQUER NATUREZA, GARANTINDO-SE AOS BRASILEIROS E AOS ESTRANGEITROS RESIDENTTES NO PÁIS A INVIOLOABILIDADE DO DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À IGUALDADE, À SEGURANÇA E A PROPRIEDADE ... – Art. 5º da Constituição Federal/l988)
DECISÃO - Espedito Lima
Os servidores do Judiciário, que lotaram o Salão do Júri do Fórum Ruy Barbosa nessa segunda-feira (22/10), decidiram pela realização de uma nova assembléia no dia 29 de outubro, com paralisação e indicativo de greve por tempo indeterminado. A categoria decidiu aguardar as ações prometidas pelo Tribunal de Justiça (TJ), que sinalizou com a solução e negociação dos pontos reivindicados.
Fonte: SINPOJUD (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Esttado da Bahia)
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
ATENÇÃO - PARALIZAÇÃO! - Espedito Lima
DIA 22/10/07, Serventuários da Justiça (Judiciário Baiano), deverão paralizar sua atividades, data que acontecerá uma Assembléia Geral Extraordinária, na qual deverá ser discutida a possibilidade de uma greve diante do não cumprimento da pauta de reivindicação da categoria pelo presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargador Benito Figueiredo.
Fonte: Sinpojud (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia)
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
BOA NOITE
RÁPIDAS - LEVES (Espedito Lima)
→ QUE O CONSEJE (Conselho Municipal de Jeremoabo) REALMENTE SEJA UM ÓRGAO QUE VENHA AGIR EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE JEREMEOABENSE E, SOBRETUDO, SEJA DURADOURO; NÃO APENAS MAIS UMA FIGURA DECORATIVA DAS QUE EXISTEM EM NOSSA TERRA – À SUA DIREÇÃO, DESEJAMOS PROFÍQUO TRABALHO
→ CISCO DIZ QUE ESTÁ COLABORANDO COM AS AUTORIDADES - A TECNOLOGIA ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM CISCO? (rárárárárárárárárárárárárárá) OPERAÇAO PERSONA
→ A PARTIR DE HOJE (17/10/07), FOI INICIADO OFICIALMENTE O VERÃO NORDESTTINO (em Jeremoabo)
→ A CALMARIA PARECE QUE CHEGOU AOS MUNICÍPIOS QUE COMPÕE A COMARCA DE JEREMOABO, OU SEJA, O MOVIMENTO QUE ACONTECEU DURANTE E DIAS DEPOIS DOS AFASTAMENTOS DOS PREFEITOS, CESSOU COMPLETAMENTE
→ E A PONTE DA ENTRADA DA CIDADE DE JEREMOABO, QUANDO SERÁ RECONSTRUIDAE E POR QUEM? TALVEZ NO DIA QUE A ENXORRADA LEVAR OS ESCOMBROS DA DESMORONADA, ALGUÉM OU ALGUMA AUTORIDADE TOME PROVIDENCIA – AS TROVOADAS VEEM AÍ
→ QUE A PREFEITURA SOLIDÁRIA, PROGRAMA QUE DEVERÁ SER LANÇADO OFICIALMENTE NO PRÓXIMO DIA 21/10/07 NO MUNICÍPIO DE JEREMOABO (Povoado Lagoa do Inácio), SEJA UMA AÇÃO REAL NA ACEPÇÃO DA PALAVRA, E QUE OS SEUS MUNÍCIPES LUCREM, DEVERAS, COM TODOS OS SERVIÇOS PRESTADOS PELO REFERIDO PROGRAMA
RÁPIDAS - LEVES (Espedito Lima)
→ QUE O CONSEJE (Conselho Municipal de Jeremoabo) REALMENTE SEJA UM ÓRGAO QUE VENHA AGIR EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE JEREMEOABENSE E, SOBRETUDO, SEJA DURADOURO; NÃO APENAS MAIS UMA FIGURA DECORATIVA DAS QUE EXISTEM EM NOSSA TERRA – À SUA DIREÇÃO, DESEJAMOS PROFÍQUO TRABALHO
→ CISCO DIZ QUE ESTÁ COLABORANDO COM AS AUTORIDADES - A TECNOLOGIA ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM CISCO? (rárárárárárárárárárárárárárá) OPERAÇAO PERSONA
→ A PARTIR DE HOJE (17/10/07), FOI INICIADO OFICIALMENTE O VERÃO NORDESTTINO (em Jeremoabo)
→ A CALMARIA PARECE QUE CHEGOU AOS MUNICÍPIOS QUE COMPÕE A COMARCA DE JEREMOABO, OU SEJA, O MOVIMENTO QUE ACONTECEU DURANTE E DIAS DEPOIS DOS AFASTAMENTOS DOS PREFEITOS, CESSOU COMPLETAMENTE
→ E A PONTE DA ENTRADA DA CIDADE DE JEREMOABO, QUANDO SERÁ RECONSTRUIDAE E POR QUEM? TALVEZ NO DIA QUE A ENXORRADA LEVAR OS ESCOMBROS DA DESMORONADA, ALGUÉM OU ALGUMA AUTORIDADE TOME PROVIDENCIA – AS TROVOADAS VEEM AÍ
→ QUE A PREFEITURA SOLIDÁRIA, PROGRAMA QUE DEVERÁ SER LANÇADO OFICIALMENTE NO PRÓXIMO DIA 21/10/07 NO MUNICÍPIO DE JEREMOABO (Povoado Lagoa do Inácio), SEJA UMA AÇÃO REAL NA ACEPÇÃO DA PALAVRA, E QUE OS SEUS MUNÍCIPES LUCREM, DEVERAS, COM TODOS OS SERVIÇOS PRESTADOS PELO REFERIDO PROGRAMA
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
FRASES PARA O DIA 12 (OUTUBRO) - Espedito Lima
- Feliz a Nação que tem o Senhor como seu Deus e não a Senhora
- As crianças são o berço da inocência, assim como a inocência é a virtude delas
- O inimigo que esbanja amizade com o desconhecido, é como o vento que sopra contra si mesmo
- Nem sempre o ancião é um velho caduco, mas a caduquice sempre é a vítima da velhice
- O vício é um suplemento do desejo, e este o alimenta como a mãe, uma criança
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
O POLÍTICO É PROPRIEDADE DE QUEM?
Espedito Lima
O Presidente da República, os Senadores, os Deputados Federais e Estaduais; os Prefeitos e os Vereadores são propriedades Partidárias?
No momento, de acordo com discussões travadas nos quatro cantos da nação, inclusive nos Tribunais, quase que unanimemente, a resposta é positiva. Concluí-se que todos eles, os políticos, evidentemente, pertencem aos partidos; em sendo assim e por conseqüência disto, aqueles que mudam de partido, poderão ser cassados ou perderem seus mandatos, sumária ou precocemente.
Será que as interpretações estão sendo corretas e que a legislação vislumbrará uma legalidade parcial ou final, em relação à questão da fidelidade partidária, a partir da alto propriedade deles (partidos) sobre os políticos, seus filiados? Será que eles, filiados, se alto proclamam submissos à propriedade deles (partidos) e se contentam com tal paternidade? Será que a aplicação de dispositivo pertinente, estaria conclamando todos para uma união aceitável e de natureza interminável (fidelidade)? Todos seriam fieis a ela, fidelidade e a prática têm mostrado isto ou a conveniência é que reina, absolutamente?
É óbvio, que os argumentos, especialmente às vésperas de eleições, se firmem como uma necessidade premente sobre onde ou quando, este ou aquele político deve ir e com quem deve ficar; se unir ou tornar-se dissidente. Mormente, frise-se que nos casos da esfera municipal, o que prevalece acima de tudo, são as negociatas, os acertos e o que mais interessa é a fatuidade para a recepção do voto.
Em relação ao voto, este, a nosso ver, transformou-se numa vítima da indústria, do comércio, da bolsa e leilão, em praticamente todas as eleições, com muito mais notoriedade nos municípios nordestinos; é a verdadeira ação do (compra-e-venda). É o absurdo comum de uma mácula plantada na consciência de um eleitorado que se ufana pela ignorância ou pela sujeição voluntária, no servir ou ser servido como escravo de uma ação que corrompe a dignidade, a ética e a moral do cidadão (eleitor).
Mas, seria o voto uma propriedade do partido ou do candidato? Seria o mesmo candidato uma propriedade do eleitor ou do partido? O cargo a exercer ou exercido, seria ou pertenceria a quem? Não seria uma usurpação violenta de um direito líquido e certo que o candidato houvera conquistado – via voto, legalmente, se este é obrigatório e subtende que ele é dado, em primeiro lugar ao candidato, embora indiretamente o partido também o receba?
É claro, que o candidato pertence a uma agremiação partidária; todavia, o eleitor, a principio, destina legitimamente seu voto, com certeza e intencionalmente, a seu candidato preferido.
Daí, por tanto, segundo o nosso minguado raciocínio, achamos que assim como o voto é do candidato, o cargo (mandato) também o é, e ele é muito mais uma propriedade do eleitor do que do partido, isto é, o candidato. E, se o partido atribuiu a si mesmo a propriedade sobre o candidato, muito mais razão pra se comportar desta forma terá o eleitor; razão da existência dos eleitos e dos partidos.
Quanto à fidelidade partidária, até mesmo pelo princípio não só da obediência a um estatuto, ela deve permear a luz de uma ligação confiável – político/partido – partido/político; sem que haja uma união forçada, porém com extrema lealdade, para que, também, o eleitor não os veja nem os trate com desprezo ou como objetos banais.
Já em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal e quanto à posição do Tribunal Superior eleitoral, forçado será que os partidos, os que têm interesse e os políticos, especialmente claro, aqueles que são detentores de mandatos, ajuizarão ações tentando de todas as formas justificarem a saída desse o daquele partido e, se possível ludibriar a própria Justiça, para escaparem da perda do cargo e da oportunidade de serem candidatos nas próximas eleições.
Fidelidade sim; abuso, não, muito menos mercenagem e mesquinharia.
O Presidente da República, os Senadores, os Deputados Federais e Estaduais; os Prefeitos e os Vereadores são propriedades Partidárias?
No momento, de acordo com discussões travadas nos quatro cantos da nação, inclusive nos Tribunais, quase que unanimemente, a resposta é positiva. Concluí-se que todos eles, os políticos, evidentemente, pertencem aos partidos; em sendo assim e por conseqüência disto, aqueles que mudam de partido, poderão ser cassados ou perderem seus mandatos, sumária ou precocemente.
Será que as interpretações estão sendo corretas e que a legislação vislumbrará uma legalidade parcial ou final, em relação à questão da fidelidade partidária, a partir da alto propriedade deles (partidos) sobre os políticos, seus filiados? Será que eles, filiados, se alto proclamam submissos à propriedade deles (partidos) e se contentam com tal paternidade? Será que a aplicação de dispositivo pertinente, estaria conclamando todos para uma união aceitável e de natureza interminável (fidelidade)? Todos seriam fieis a ela, fidelidade e a prática têm mostrado isto ou a conveniência é que reina, absolutamente?
É óbvio, que os argumentos, especialmente às vésperas de eleições, se firmem como uma necessidade premente sobre onde ou quando, este ou aquele político deve ir e com quem deve ficar; se unir ou tornar-se dissidente. Mormente, frise-se que nos casos da esfera municipal, o que prevalece acima de tudo, são as negociatas, os acertos e o que mais interessa é a fatuidade para a recepção do voto.
Em relação ao voto, este, a nosso ver, transformou-se numa vítima da indústria, do comércio, da bolsa e leilão, em praticamente todas as eleições, com muito mais notoriedade nos municípios nordestinos; é a verdadeira ação do (compra-e-venda). É o absurdo comum de uma mácula plantada na consciência de um eleitorado que se ufana pela ignorância ou pela sujeição voluntária, no servir ou ser servido como escravo de uma ação que corrompe a dignidade, a ética e a moral do cidadão (eleitor).
Mas, seria o voto uma propriedade do partido ou do candidato? Seria o mesmo candidato uma propriedade do eleitor ou do partido? O cargo a exercer ou exercido, seria ou pertenceria a quem? Não seria uma usurpação violenta de um direito líquido e certo que o candidato houvera conquistado – via voto, legalmente, se este é obrigatório e subtende que ele é dado, em primeiro lugar ao candidato, embora indiretamente o partido também o receba?
É claro, que o candidato pertence a uma agremiação partidária; todavia, o eleitor, a principio, destina legitimamente seu voto, com certeza e intencionalmente, a seu candidato preferido.
Daí, por tanto, segundo o nosso minguado raciocínio, achamos que assim como o voto é do candidato, o cargo (mandato) também o é, e ele é muito mais uma propriedade do eleitor do que do partido, isto é, o candidato. E, se o partido atribuiu a si mesmo a propriedade sobre o candidato, muito mais razão pra se comportar desta forma terá o eleitor; razão da existência dos eleitos e dos partidos.
Quanto à fidelidade partidária, até mesmo pelo princípio não só da obediência a um estatuto, ela deve permear a luz de uma ligação confiável – político/partido – partido/político; sem que haja uma união forçada, porém com extrema lealdade, para que, também, o eleitor não os veja nem os trate com desprezo ou como objetos banais.
Já em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal e quanto à posição do Tribunal Superior eleitoral, forçado será que os partidos, os que têm interesse e os políticos, especialmente claro, aqueles que são detentores de mandatos, ajuizarão ações tentando de todas as formas justificarem a saída desse o daquele partido e, se possível ludibriar a própria Justiça, para escaparem da perda do cargo e da oportunidade de serem candidatos nas próximas eleições.
Fidelidade sim; abuso, não, muito menos mercenagem e mesquinharia.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
PENSAMENTOS
Espedito Lima
- Dúvida não é esquecimento, é apenas um receio
- Amar, é sentir o prazer de querer; se doar e ser doado
- Viver, não é simplesmente passar por uma existência; é também ter consigo uma vida
- A natureza, é a sombra do acolhimento, assim como o vento é a varredura da ilusão
- O medo é a força da traição, o tanto quanto a felicidade é o motivo da alegria
- Sonhar não é um mero pensamento prévio, mas uma fatalidade irreal
- Omitir, é querer que a razão de outrem oculte um fato
- Orar, é ver o espírito de uma doutrina e a imagem do seu autor
- Dor, é um sentimento cruel que afaga um gemido
- Pecado, além de ser uma desobediência, é também o oposto da verdade
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Religião não é um discuído, não é simplesmente um ato de euforia, nem um momento de discussão ...
RELIGIÃO
Espedito Lima
Uma necessidade de ir, de agir ou de ficar
De sonhar, de falar, ganhar ou perder
De salvar, condenar, persuadir ou sofrer
Um sacrifício, um sorrir, um viver ou morrer
Uma escultura, imagem de quem ou de que
Um alimento, um buscar, desejar ou perdoar
Celebrar, pregar, homiliar ou cantar
Desfazer, agitar, procurar ou encontrar
Edificar, plantar, regar ou colher
Mandar, pedir, refletir, orar ou rezar
Comungar, ceiar, batizar ou casar
Ungir, andar com cruz ou confessar
Jejuar, abençoar, calar ou amaldiçoar
Furtar, roubar, louvar ou zombar
Na pia, na submersão, na disputa e no cessar
Pra conflitar, agasalhar ou apiedar
Papar, pastorear, sacerdotar ou irmanar
Excomungar, crucificar, enxergar ou cegar
Expulsar, milegrar, puxar ou tirar
Do corpo, da alma ou do espírito
Batinar, paletozar, camisar ou debruçar
No altar, na cadeira, no templo ou no estádio
Na hóstia, no pão, na emoção ou no coração
No engano, distorção ou falsificação
Na fé, em Deus, no homem ou no diabo
Pra casar, divorciar ou desquitar
Lembrar, esconder, falhar ou lamentar
Negociar, defender, atacar ou profanar
Digerir, destruir, animar ou renunciar
Pra seguir, esperar, ouvir e relembrar
Pra conquistar, abrasar, efeminar ou sapatear
Desiludir, xingar, implorar ou se salvar
É o Pai, com o filho, nosso irmão
É o filho, com o Pai, o criador
É a terra, nossa mãe, nossa morada
É o céu, nossa casa, a morada do Senhor
RELIGIÃO
Espedito Lima
Uma necessidade de ir, de agir ou de ficar
De sonhar, de falar, ganhar ou perder
De salvar, condenar, persuadir ou sofrer
Um sacrifício, um sorrir, um viver ou morrer
Uma escultura, imagem de quem ou de que
Um alimento, um buscar, desejar ou perdoar
Celebrar, pregar, homiliar ou cantar
Desfazer, agitar, procurar ou encontrar
Edificar, plantar, regar ou colher
Mandar, pedir, refletir, orar ou rezar
Comungar, ceiar, batizar ou casar
Ungir, andar com cruz ou confessar
Jejuar, abençoar, calar ou amaldiçoar
Furtar, roubar, louvar ou zombar
Na pia, na submersão, na disputa e no cessar
Pra conflitar, agasalhar ou apiedar
Papar, pastorear, sacerdotar ou irmanar
Excomungar, crucificar, enxergar ou cegar
Expulsar, milegrar, puxar ou tirar
Do corpo, da alma ou do espírito
Batinar, paletozar, camisar ou debruçar
No altar, na cadeira, no templo ou no estádio
Na hóstia, no pão, na emoção ou no coração
No engano, distorção ou falsificação
Na fé, em Deus, no homem ou no diabo
Pra casar, divorciar ou desquitar
Lembrar, esconder, falhar ou lamentar
Negociar, defender, atacar ou profanar
Digerir, destruir, animar ou renunciar
Pra seguir, esperar, ouvir e relembrar
Pra conquistar, abrasar, efeminar ou sapatear
Desiludir, xingar, implorar ou se salvar
É o Pai, com o filho, nosso irmão
É o filho, com o Pai, o criador
É a terra, nossa mãe, nossa morada
É o céu, nossa casa, a morada do Senhor
Neste início do mês de outubro e nesta noite suave, propícia para a reflexão, ler ou ouvir uma bela poesia; um simples poema, até mesmo um música, lanço aqui e agora um modesto trabalho relacionado aos magistrados. Ele é dirigido especialmente àqueles que primam pela pacífica, boa, responsável e legal Justiça.
PRECEITOS DO MAGISTRADO
Espedito Lima
Discípulo da formação e da prudência; bandeira da consciência e do equilíbrio
Técnico prático da imparcialidade; protagonista da fiel dignidade
Ministro da Justiça correta e pacífica; condutor da compostura e do respeito
Ser honrado e repleto de humildade; depósito de segurança e certeza
Propagador de atitudes abalizadas; subalterno exemplar da Lei
Autoridade amparada pelos bons princípios; zelador das regras humanas e jurídicas
Solução explícita sobre a verdade; símbolo real dos direitos legítimos
Canal forte que emana seriedade; bálsamo dos que agonizam nos conflitos
Alívio do julgamento responsável; Patrono exclusivo da sobriedade
Espelho modelar da força natural; fonte dócil daqueles que o buscam
Alicerce básico do poder sem prepotência; pedestal excêntrico do reconhecimento
Início lógico da boa causa; luz para a escuridão e fragilidade dos carentes
Ânsia dos anseios dos frustrados; Oceano cheio da confiança sincera
Monte erguido pelo saber da paz; palco límpido do diálogo
Vereda comum da conciliação; templo sublime da boa conduta
Amigo leal dos seus servidores; cumpridor imaculado dos parágrafos e artigos
Lição justa dos inconscientes; seguidor modesto da hierarquia
Defensor direto da cidadania; reserva normal e moral dos inocentes
Veículo apaziguador dos litígios; guia prático e experiente das ações
Manual inequívoco da liberdade; código inconteste da feliz decisão
Abrigo singelo da esperança; dom responsável do julgamento
Inquérito da guarita das soluções; dicionário fácil dos acordos
Habeas-Corpus constante das reclamações; mandado cúmplice da ordem necessária
Notificação precisa e respeitada; veridícto firme da espera
Mediador dos deslizes das fraquezas; fortaleza contra o medo, o receio e dúvida
Adjetivo singular de um sacerdócio flexível; ninho acolhedor das consultas
Cérebro funcional do bom humor; Escudo patriarcal do consenso
Via preferencial dos incomodados; árvore sombria para os lesados
Pulso de atração dos inconformados; Altar devastador das imprudências
Relíquia sem mácula do Juízo; plantão harmônico da Comarca
Baluarte contra os atos injustos; fidedigno precursor da defesa
Apreciador sentencial dos acusados; autor ilibado para os inconseqüentes
Fórum mágico da eloqüência dinâmica; jurista definido pela distinção precavida
Incitador permanente do bem; viaduto casto da soberania
Educador real das limitações; seara digna da produtividade
Natureza ofuscante para arbustos espinhosos; flâmula condecorada da gratidão
Monumento majestoso dos ideais; auxiliar conquistador da ombridade
Parceiro astuto contra o cerceamento; mentor próprio da legitimidade
Súdito obediente do reino jurídico; observador cabal das obrigações
Espedito Lima
Discípulo da formação e da prudência; bandeira da consciência e do equilíbrio
Técnico prático da imparcialidade; protagonista da fiel dignidade
Ministro da Justiça correta e pacífica; condutor da compostura e do respeito
Ser honrado e repleto de humildade; depósito de segurança e certeza
Propagador de atitudes abalizadas; subalterno exemplar da Lei
Autoridade amparada pelos bons princípios; zelador das regras humanas e jurídicas
Solução explícita sobre a verdade; símbolo real dos direitos legítimos
Canal forte que emana seriedade; bálsamo dos que agonizam nos conflitos
Alívio do julgamento responsável; Patrono exclusivo da sobriedade
Espelho modelar da força natural; fonte dócil daqueles que o buscam
Alicerce básico do poder sem prepotência; pedestal excêntrico do reconhecimento
Início lógico da boa causa; luz para a escuridão e fragilidade dos carentes
Ânsia dos anseios dos frustrados; Oceano cheio da confiança sincera
Monte erguido pelo saber da paz; palco límpido do diálogo
Vereda comum da conciliação; templo sublime da boa conduta
Amigo leal dos seus servidores; cumpridor imaculado dos parágrafos e artigos
Lição justa dos inconscientes; seguidor modesto da hierarquia
Defensor direto da cidadania; reserva normal e moral dos inocentes
Veículo apaziguador dos litígios; guia prático e experiente das ações
Manual inequívoco da liberdade; código inconteste da feliz decisão
Abrigo singelo da esperança; dom responsável do julgamento
Inquérito da guarita das soluções; dicionário fácil dos acordos
Habeas-Corpus constante das reclamações; mandado cúmplice da ordem necessária
Notificação precisa e respeitada; veridícto firme da espera
Mediador dos deslizes das fraquezas; fortaleza contra o medo, o receio e dúvida
Adjetivo singular de um sacerdócio flexível; ninho acolhedor das consultas
Cérebro funcional do bom humor; Escudo patriarcal do consenso
Via preferencial dos incomodados; árvore sombria para os lesados
Pulso de atração dos inconformados; Altar devastador das imprudências
Relíquia sem mácula do Juízo; plantão harmônico da Comarca
Baluarte contra os atos injustos; fidedigno precursor da defesa
Apreciador sentencial dos acusados; autor ilibado para os inconseqüentes
Fórum mágico da eloqüência dinâmica; jurista definido pela distinção precavida
Incitador permanente do bem; viaduto casto da soberania
Educador real das limitações; seara digna da produtividade
Natureza ofuscante para arbustos espinhosos; flâmula condecorada da gratidão
Monumento majestoso dos ideais; auxiliar conquistador da ombridade
Parceiro astuto contra o cerceamento; mentor próprio da legitimidade
Súdito obediente do reino jurídico; observador cabal das obrigações
domingo, 30 de setembro de 2007
RÁPIDAS II
Espedito Lima
1- Paulo Afonso, na Bahia, a princesa das Usinas, por certo já é a cidade mais bonita da região norte do Estado. Parabéns aos seus habitantes e especialmente aqueles que trabalharam para que ela fosse o que é hoje
2- Em se falando de parabéns, estes também devem ser dirigidos à Rede Record de Televisão, pelo seu ousado empreendimento – colocar no ar, para todo território brasileiro, a RECORD NEWS; (24 horas de notícia), em TV aberta “gratuitamente”
3- Fábio da Farmácia, já ou não está fazendo campanha? Disseram-nos que o acordo entre o Prefeito/PT; foi exigido que ele, Prefeito, tivesse um Vice do Partido “PT”, nas próximas eleições
4- Em se tratando de eleição, pelo visto, parece que nelas teremos, no mínimo, 03 (três) candidatos. Isso é bom; que apareçam mais
5- A cidade de Jeremoabo-Bahia continua sendo desfigurada; que digam os barracos de parte da Praça Prefeito Abelardo Silvestre de Santana (a do terminal rodoviário)
6- E viva a natureza! A primavera está em evidência
7- Que maravilha! Se o Rio Vasa Barris (que corta o município de Jeremoabo) fosse puro. Sua impureza é mais violenta que a sujeira dum lixão, e sua degradação é a simbologia do instinto perverso do ser humano, contra a natureza e ele próprio
8- Daqui até novembro de 2008, jamais faltará notícia política e sempre haverá uma expectativa a cada semana ou mês. Perguntas serão uma constante, fuxicos, fofocas, disse-me-disse; novidades, choro lamentação, comemoração, decepção, alegria, tristeza. É o famoso pré-cardápio eleitoral. A mídia local estará sempre tendo farto material para artigos, matérias, opiniões, reportagens e rápidas pinceladas. Criticando, elogiando, sugerindo, mostrando, denunciando. Este deve ser o seu papel, a sua conduta; responsavelmente e com total imparcialidade. E vamos que vamos
9- Quando veremos um calçadão na Goela da Ema “Jeremoabo”?
10- Jeremoabo precisa ficar muito mais bonita. A cidade carece de mais zelo para com suas praças, ruas e avenidas. É hora de embelezá-las, modernizá-las. Que ela seja transformada num verdadeiro cartão-postal
Espedito Lima
1- Paulo Afonso, na Bahia, a princesa das Usinas, por certo já é a cidade mais bonita da região norte do Estado. Parabéns aos seus habitantes e especialmente aqueles que trabalharam para que ela fosse o que é hoje
2- Em se falando de parabéns, estes também devem ser dirigidos à Rede Record de Televisão, pelo seu ousado empreendimento – colocar no ar, para todo território brasileiro, a RECORD NEWS; (24 horas de notícia), em TV aberta “gratuitamente”
3- Fábio da Farmácia, já ou não está fazendo campanha? Disseram-nos que o acordo entre o Prefeito/PT; foi exigido que ele, Prefeito, tivesse um Vice do Partido “PT”, nas próximas eleições
4- Em se tratando de eleição, pelo visto, parece que nelas teremos, no mínimo, 03 (três) candidatos. Isso é bom; que apareçam mais
5- A cidade de Jeremoabo-Bahia continua sendo desfigurada; que digam os barracos de parte da Praça Prefeito Abelardo Silvestre de Santana (a do terminal rodoviário)
6- E viva a natureza! A primavera está em evidência
7- Que maravilha! Se o Rio Vasa Barris (que corta o município de Jeremoabo) fosse puro. Sua impureza é mais violenta que a sujeira dum lixão, e sua degradação é a simbologia do instinto perverso do ser humano, contra a natureza e ele próprio
8- Daqui até novembro de 2008, jamais faltará notícia política e sempre haverá uma expectativa a cada semana ou mês. Perguntas serão uma constante, fuxicos, fofocas, disse-me-disse; novidades, choro lamentação, comemoração, decepção, alegria, tristeza. É o famoso pré-cardápio eleitoral. A mídia local estará sempre tendo farto material para artigos, matérias, opiniões, reportagens e rápidas pinceladas. Criticando, elogiando, sugerindo, mostrando, denunciando. Este deve ser o seu papel, a sua conduta; responsavelmente e com total imparcialidade. E vamos que vamos
9- Quando veremos um calçadão na Goela da Ema “Jeremoabo”?
10- Jeremoabo precisa ficar muito mais bonita. A cidade carece de mais zelo para com suas praças, ruas e avenidas. É hora de embelezá-las, modernizá-las. Que ela seja transformada num verdadeiro cartão-postal
domingo, 23 de setembro de 2007
PAI
Espedito Lima
Embriagado, sem beber, espiritualista, gordo, magro, da cidade, do campo, industrial, agricultor, intelectual analfabeto; preto, branco, mãos macias, mãos calejadas, bem perfumado, suor derramado, bem vestido, mal trajado
Muita fartura, pouco alimento, numa mansão, num casebre, favela ou palafita
Engravatado, pé no chão, em navio suntuoso, em canoas e barcos avariados
Na missa, num culto, numa reunião, na festa, brincando
Chorando, alegre, se lamentando, correndo, parado
Velho, moço, aposentado, trabalhando, doente, sadio, liberto, preso
Reclamando, aconselhando, servindo, sendo servido
Casado, divorciado, unido, separado, grande, pequeno, na pá, no computador
Nos foguetes, nas minas de carvão, nos mares, no riacho, sobre árvores
Debaixo dos seus galhos, na chuva, no sol, no hospital, no cemitério,
Vendendo, roubando, discutindo, aprovando, na policia, comprando
Na cadeia, na política, na faculdade
No palácio, na choupana, no carro luxuoso, numa carroça, no teatro, num circo
No estádio, no bar, na praia, na piscina, na TV, no rádio, na revista
No jornal, no ônibus, no táxi, na poeira, na chuva, na lama, plantando
Colhendo, na novela, no teatro, na peça, no cinema, sem currículo
Paciente, sóbrio, meigo, educado, perseverante, carinhoso, fiel, justo
Perfeito, sincero, amigo, cheio de graça, bondoso, passeia: na praça, no jardim, no parque; ensina, ora, abraça, acolhe, nina, ajuda, merenda
Almoça, janta, quer, deseja: o bem, a felicidade, a atenção, o respeito
O comportamento digno, preciso e seguro
Ignorante, perverso, deseducado, drogado, desleal, desumano, rude
Irresponsável, vazio, indiferente, infeliz, revoltado, incapaz, triste
Perplexo e inconseqüente, angustiado, sujo, aventureiro, chefe de quadrilha,
Assaltante de banco, obscuro, infiel, disfarçado, bruto
Arrogante, prepotente, desajustado, mau.
Espedito Lima
Embriagado, sem beber, espiritualista, gordo, magro, da cidade, do campo, industrial, agricultor, intelectual analfabeto; preto, branco, mãos macias, mãos calejadas, bem perfumado, suor derramado, bem vestido, mal trajado
Muita fartura, pouco alimento, numa mansão, num casebre, favela ou palafita
Engravatado, pé no chão, em navio suntuoso, em canoas e barcos avariados
Na missa, num culto, numa reunião, na festa, brincando
Chorando, alegre, se lamentando, correndo, parado
Velho, moço, aposentado, trabalhando, doente, sadio, liberto, preso
Reclamando, aconselhando, servindo, sendo servido
Casado, divorciado, unido, separado, grande, pequeno, na pá, no computador
Nos foguetes, nas minas de carvão, nos mares, no riacho, sobre árvores
Debaixo dos seus galhos, na chuva, no sol, no hospital, no cemitério,
Vendendo, roubando, discutindo, aprovando, na policia, comprando
Na cadeia, na política, na faculdade
No palácio, na choupana, no carro luxuoso, numa carroça, no teatro, num circo
No estádio, no bar, na praia, na piscina, na TV, no rádio, na revista
No jornal, no ônibus, no táxi, na poeira, na chuva, na lama, plantando
Colhendo, na novela, no teatro, na peça, no cinema, sem currículo
Paciente, sóbrio, meigo, educado, perseverante, carinhoso, fiel, justo
Perfeito, sincero, amigo, cheio de graça, bondoso, passeia: na praça, no jardim, no parque; ensina, ora, abraça, acolhe, nina, ajuda, merenda
Almoça, janta, quer, deseja: o bem, a felicidade, a atenção, o respeito
O comportamento digno, preciso e seguro
Ignorante, perverso, deseducado, drogado, desleal, desumano, rude
Irresponsável, vazio, indiferente, infeliz, revoltado, incapaz, triste
Perplexo e inconseqüente, angustiado, sujo, aventureiro, chefe de quadrilha,
Assaltante de banco, obscuro, infiel, disfarçado, bruto
Arrogante, prepotente, desajustado, mau.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
CÂMARA DE VEREADORES - GOLPE CONTRA SI MESMA (!!!!!!!!!)
Espedito Lima
Diante de tudo quanto ainda anda acontecendo pelas bandas do Legislativo Jeremoabense, somos induzidos a imaginar que o “”plácido”” comportamento dos seus edis, parece ser tão ignoto que de repente estão querendo mudar de endereço, de Jeremoabo-Bahia, para onde ele (a) nasceu “a Câmara”, Itapicurú-Bahia; o pai do nosso município (por que e pra que a mudança – é voluntária ou involuntária)? ; ninguém sabe.
Por outro lado, achamos que um projeto ”Legislativo” deva está em tramitação, ocultamente, o qual diz respeito a um GOLPE; pois, não se pode mais duvidar de qualquer coisa que esteja sendo perpetrada por lá “por eles”, pelo menos por alguns.
Por mais desprezíveis que sejam as mentes dos eleitores; por mais que seja vulgarizado o voto; por mais que queiram esconder de nós, a farsa da democracia “anarquia pessoal ou de grupo”; por mais que insinuem que temos uma Câmara digna, capaz e que verdadeiramente cumpre com sua obrigação; entendemos já haverem ultrapassado o limite máximo da nossa paciência e o tempo gasto da nossa espera. Alguma coisa deve ser feita, sem nenhuma esqualidez, para que possamos dizer que ainda existe uma Câmara no município de Jeremoabo; todavia, se assim não for, ela deverá aprovar urgentemente, o projeto do GOLPE CONTRA SI MESMA. Nós já fomos golpeados ha muito tempo, com especialidade aqueles que lançaram seu voto de confiança nos 09 (nove) que lá estão.
Que nos desculpem nossos honrados e respeitados Vereadores, a brincadeira já está na hora de parar; a palhaçada já deu seu recado e a piada perdeu o sentido do riso. O picadeiro está desarmado; a lona, o vento danificou; a arquibancada teve destino ignorado; os artistas devem ser dispensados e o patrão, que luta incessantemente para continuar sendo seu proprietário terá que se desdobrar para extrair a gafa politiqueira das ações daqueles que teimam em não içarem o símbolo de uma casa poder – “LEGISLATIVO” CAMARA DE VEREADORES.
É de mais, ninguém de sã consciência nesta terra, por mais imbecil que seja, agüentará ver, testemunhar e lamentar o que tem ocorrido nas sessões do nosso Legislativo. Será que vai ser necessária uma intervenção na casa que se diz do povo, pra que ela (eles) possa (m) tomar um rumo totalmente avesso ao que se depara nos últimos tempos? Prestem conta à sociedade Jeremoabense; ela merece respeito e não pode ficar à mercê do bel prazer de uns ou de todos quantos querem lançar o véu negro da sua história. Ela, história, já está manchada demais, chega de exportarmos coisa ruim.
Numa sessão, a pancadaria rola solta, a polícia é chamada e perguntam quem é o Presidente; numa segunda, o bate-boca é o projeto da vez; na terceira, aparece um documento assinado por um vereador solicitando sua destituição do próprio cargo e do de 1º Secretário da Mesa; na quarta, se fala que a ata foi adulterada, pois o Vereador que assinou o documento, só solicitava a destituição do último cargo e não dos dois; na quinta, ela não existe “sessão”, em razão do afastamento do Prefeito, e por isso, as seguintes também não foram realizadas. Enquanto isso, na última sessão (18.09.2007), ninguém mais falou da apuração sobre a questão da assinatura do famoso documento.
Ataques, aqui e acolá; controvérsia e contradição de tudo quanto é natureza; um gastou demais o outro deixou de gastar e a balbúrdia continua; o cenário é sempre o mesmo, os atores também; a peça, ninguém sabe que fim terá, muito menos quando.
É O GOLPE MESMO!
Quando os senhores vão entender que precisam ser pessoas civilizadas, responsáveis e que por lei devem exercer seus cargos com honradez, decoro e acima de tudo serem verdadeiros e autênticos Legisladores e não meros figurantes de um poder? Quando veremos a extinção da submissão dos integrantes da casa do Povo em sua toda plenitude? Quando os interesses do mesmo do povo e o bem comum para o desenvolvimento do nosso município estarão em pauta, com discussão segura e aprovação certa? Quando, por fim, triunfaremos com as laudáveis atitudes de todos (os senhores), por sabermos que no seu Plenário (Câmara) só se discute o que é de grandeza, sob todos os aspectos, para nossa cidade e nosso querido município de Jeremoabo?
Que não haja NENHUM GOLPE; que a serenidade e a visão fausta do progresso sejam uma constante. Lembrem-se que o município precisa de seus Vereadores e estes dele; que a casa seja irmanada com o Executivo, não no sentido da obediência aos caprichos dele, mas de forma leal, legal, coerente, buscando sempre a marcha pelos ideais comuns e sob a pirâmide do crescimento de uma terra e de um povo que clama pela independência regional, pois se assim não for, os outros passarão e nós ficaremos.
CAROS ELEITORES, no próximo ano, se lembrem, haverá eleição municipal – DE OLHO NELES. Exerça o seu poder; você é autoridade, por isso tome sua decisão conscientemente, os julgue: condene-os ou os absolva.
OS DEDOS SÃO SEUS – Urna eletrônica.
Por outro lado, achamos que um projeto ”Legislativo” deva está em tramitação, ocultamente, o qual diz respeito a um GOLPE; pois, não se pode mais duvidar de qualquer coisa que esteja sendo perpetrada por lá “por eles”, pelo menos por alguns.
Por mais desprezíveis que sejam as mentes dos eleitores; por mais que seja vulgarizado o voto; por mais que queiram esconder de nós, a farsa da democracia “anarquia pessoal ou de grupo”; por mais que insinuem que temos uma Câmara digna, capaz e que verdadeiramente cumpre com sua obrigação; entendemos já haverem ultrapassado o limite máximo da nossa paciência e o tempo gasto da nossa espera. Alguma coisa deve ser feita, sem nenhuma esqualidez, para que possamos dizer que ainda existe uma Câmara no município de Jeremoabo; todavia, se assim não for, ela deverá aprovar urgentemente, o projeto do GOLPE CONTRA SI MESMA. Nós já fomos golpeados ha muito tempo, com especialidade aqueles que lançaram seu voto de confiança nos 09 (nove) que lá estão.
Que nos desculpem nossos honrados e respeitados Vereadores, a brincadeira já está na hora de parar; a palhaçada já deu seu recado e a piada perdeu o sentido do riso. O picadeiro está desarmado; a lona, o vento danificou; a arquibancada teve destino ignorado; os artistas devem ser dispensados e o patrão, que luta incessantemente para continuar sendo seu proprietário terá que se desdobrar para extrair a gafa politiqueira das ações daqueles que teimam em não içarem o símbolo de uma casa poder – “LEGISLATIVO” CAMARA DE VEREADORES.
É de mais, ninguém de sã consciência nesta terra, por mais imbecil que seja, agüentará ver, testemunhar e lamentar o que tem ocorrido nas sessões do nosso Legislativo. Será que vai ser necessária uma intervenção na casa que se diz do povo, pra que ela (eles) possa (m) tomar um rumo totalmente avesso ao que se depara nos últimos tempos? Prestem conta à sociedade Jeremoabense; ela merece respeito e não pode ficar à mercê do bel prazer de uns ou de todos quantos querem lançar o véu negro da sua história. Ela, história, já está manchada demais, chega de exportarmos coisa ruim.
Numa sessão, a pancadaria rola solta, a polícia é chamada e perguntam quem é o Presidente; numa segunda, o bate-boca é o projeto da vez; na terceira, aparece um documento assinado por um vereador solicitando sua destituição do próprio cargo e do de 1º Secretário da Mesa; na quarta, se fala que a ata foi adulterada, pois o Vereador que assinou o documento, só solicitava a destituição do último cargo e não dos dois; na quinta, ela não existe “sessão”, em razão do afastamento do Prefeito, e por isso, as seguintes também não foram realizadas. Enquanto isso, na última sessão (18.09.2007), ninguém mais falou da apuração sobre a questão da assinatura do famoso documento.
Ataques, aqui e acolá; controvérsia e contradição de tudo quanto é natureza; um gastou demais o outro deixou de gastar e a balbúrdia continua; o cenário é sempre o mesmo, os atores também; a peça, ninguém sabe que fim terá, muito menos quando.
É O GOLPE MESMO!
Quando os senhores vão entender que precisam ser pessoas civilizadas, responsáveis e que por lei devem exercer seus cargos com honradez, decoro e acima de tudo serem verdadeiros e autênticos Legisladores e não meros figurantes de um poder? Quando veremos a extinção da submissão dos integrantes da casa do Povo em sua toda plenitude? Quando os interesses do mesmo do povo e o bem comum para o desenvolvimento do nosso município estarão em pauta, com discussão segura e aprovação certa? Quando, por fim, triunfaremos com as laudáveis atitudes de todos (os senhores), por sabermos que no seu Plenário (Câmara) só se discute o que é de grandeza, sob todos os aspectos, para nossa cidade e nosso querido município de Jeremoabo?
Que não haja NENHUM GOLPE; que a serenidade e a visão fausta do progresso sejam uma constante. Lembrem-se que o município precisa de seus Vereadores e estes dele; que a casa seja irmanada com o Executivo, não no sentido da obediência aos caprichos dele, mas de forma leal, legal, coerente, buscando sempre a marcha pelos ideais comuns e sob a pirâmide do crescimento de uma terra e de um povo que clama pela independência regional, pois se assim não for, os outros passarão e nós ficaremos.
CAROS ELEITORES, no próximo ano, se lembrem, haverá eleição municipal – DE OLHO NELES. Exerça o seu poder; você é autoridade, por isso tome sua decisão conscientemente, os julgue: condene-os ou os absolva.
OS DEDOS SÃO SEUS – Urna eletrônica.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
RÁPIDAS I
Espedito Lima
1- Tem razão do Rio de Janeiro contar com o maior número de idosos do País. Com a violência existente na cidade, como não envelhecer mais depressa.
2- Pelo menos por enquanto, os 13 Prefeitos que estão na mira do Tribunal Pleno – Tribunal de Justiça da Bahia, inclusive os de Glória e Jeremoabo, vão ter que esperar mais um pouco. Dentro de 15 dias poderão estar a caminho da capital de Tomé de Souza (Salvador).
3- E a Câmara de Jeremoabo – é um problema serissímo; é muito saco pra continuar vê-los e ouvi-los, até quando? Vereadores, Vereadores, vocês são ou não são os representantes do povo (fiscais ou não)?
4- O Senado Federal (Brasil) está em ótima cotação; muito mais valorizado do que o dólar e o euro, depois da absolvição de Renan Calheiros (o que não encalha) – sorrisos, pra que choro!!!!!
5- Mudou muito – a Igreja Católica; antes, dízimo e andar de porta em porta, nem pensar, e agora, é só o que fala e o que fazem “quem diria”!!!
6- Daqui a pouco quem vai chegar ao hospital Geral de Jeremoabo como paciente, é o veículo que conduz o doente; seu acesso já se encontra na “maca” há muito tempo, e ainda não começaram as trovoadas.
7- Pelo tamanho e a levar em consideração a população da cidade e bairros de Jeremoabo, embora esteja indo muita gente nos últimos meses, o cemitério do SECOF dará para uns 50 anos. E é porque ninguém encontrou espaço para construí-lo – eles acharam bem rápido.
8- O Cartório Criminal da sede da Comarca de Jeremoabo e agora também Fazenda e Registros Públicos, continua parecendo um ninho de “anun (m)”; a coisa ta feia.
9- Está faltando sonorização na cidade, ninguém escuta mais som nenhum, principalmente à noite e mais com especialidade, nos finais de semana – não é uma boa piada?
PRA ENCERRAR
10- Quando é que algum Órgão, seja ele qual for, tomará alguma providência sobre o tráfego na goela da Ema e suas adjacências? Possivelmente depois que um motoqueiro atropelar ou matar alguém; um motorista de ônibus ou qualquer outro veículo fazer a mesma coisa ou ainda que os primeiro e segundo se choquem, derrubem as casas, residenciais e comerciais e haja, infelizmente, a lavagem do “sangue”.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
PECADO POLÍTICO
Espedito Lima
Certa feita, alguns chegaram junto ao Mestre (Jesus Cristo) lhe apresentaram uma mulher e disseram: “encontramos esta mulher adulterando”, por isso deve ser apedrejada; ele, mansa e categoricamente, disse: “”quem não tiver pecado, atire a primeira pedra””. Logo a seguir, voltou a escrever na praia onde se encontrava e, olhando ao redor, percebeu que todos se retiraram, desde os mais velhos.
O que estamos vendo e ouvindo em Jeremoabo-Bahia, é uma verdadeira apologia “real” ao que foi dito no parágrafo anterior e a grande semelhança, justamente está entre os que acusavam aquela mulher e os personagens de hoje, no caso, aqui. Da mesma forma que aqueles – fariseus - pertenciam a um partido “religioso”, estes “os nossos”, pertencem a partidos “políticos”. Aqueles acusavam os outros; estes, uns aos outros – eles mesmos “políticos”, mutuamente. Pra não irmos muito longe, faremos aqui uma rápida recapitulação: Após a derrubada do Sr. José Lourenço de Carvalho “Zé Lourenço – Deda de Zacarias” em 1988 pelo Sr. João da Silva Varjão “João Ferreira” este, em 1992, lançou como candidato à sua sucessão, o então desconhecido politicamente, Sr. Luiz Carlos Bartilotti Lima “Lula de Dalvinho”, o fazendo Prefeito e como Vice, seu cunhado, o Dr. Spencer José de Sá Andrade “Dr. Spencer”. Os três João, Lula e Spencer venceram as eleições, derrubando exatamente, nada mais nada menos do que o Sr. João Batista Melo de Carvalho “Tista de Deda”, filho de José Lourenço de Carvalho. Como infelizmente é natural, os dois grupos se alto ofenderam, sob todos os aspectos antes, durante e depois do pleito.
Passados, menos de dois anos, após aquelas eleições, Tista aliou-se a Lula e Spencer que já haviam rompido com João Ferreira ou este com eles, e em 1996, o Prefeito Lula lançou o próprio Tista como candidato à sua sucessão o qual teve como Vice, o Sr. José Lúcio Andrade Lima “Cinho de Joãozinho”. Venceram as eleições e derrubaram, obviamente, João Ferreira. Durante a campanha, se acusaram e se caluniaram, mutuamente.
Nas eleições de 2000, se reelege a mesma chapa, ou seja, Tista e Cinho, com o apoio de Lula e Spencer, derrotando João pela segunda vez consecutiva. Enquanto isso, entre 2001/2002, romperam: Spencer com Tista – Tista/Spencer, sendo que Spencer já estava rompido com seu cunhado Lula, por razões familiares.
Chegando o pleito de 2004, Tista lança Lula (candidato a Prefeito) e seu primo José Luiz Santos Carvalho “Dr. Zé Luiz”, Vice-Prefeito; enquanto que Dr. Spencer se alia a João Ferreira. O primeiro, candidato a Prefeito e o segundo, Vice e haja ataques e contra-ataques, na campanha. Ladrão pra aqui, desonesto pra acolá, e por vai (foi). Ambos derrubam o Prefeito Tista e seu candidato “Lula”.
Ano de 2006, está rompida a união João/Spencer – Spencer/João e em 22 de agosto próximo passado (2007), por decisão Judicial em processo de Improbidade Administrativa, é afastado do cargo de Prefeito, Dr. Spencer. João e seu grupo são acusados de arrombarem os cadeados do paço municipal e entram na Prefeitura (sábado – 01 de setembro/2007). Segunda-feira, 04/09/2007, o Tribunal de Justiça derruba a liminar e Dr. Spencer retorna à cidade e ao cargo de Prefeito.
Tanto João, quanto Tista e Spencer, respondem processos na justiça, todos relativos a irregularidades em suas administrações, a exemplo de Crime de Responsabilidade e Improbidade Administrativa e/ou outros.
Diante deste cenário, em palco obscuro, e de uma trajetória ímpar no histórico da história política de Jeremoabo, jamais alguém terá dúvida de afirmar que todos são: OS MESMOS PAÍS E OS MESMOS FILHOS; AS MESMAS ÁRVORES E OS MESMOS FRUTOS.
CONCLUSÃO –
- eles podem atirar pedras em si mesmos “ironia” ou uns contra os outros?
- com que autoridade eles podem condenarem a si mesmos “piada” ou uns aos outros?
A continuar desta forma, o poder Judiciário estará forçado, no mínimo, a tomar esta atitude: determinar a intimação de todos eles para uma audiência especial, em cuja audiência, inevitavelmente, terá que ser feita esta indagação pelo MM Juiz, após uns sentarem à direita e outros à esquerda – QUEM VOCÊS DESEJAM QUE EU CONDENE OU ABSOLVA?
Amigo eleitor, o Magistrado deve ser você; todos nós, cidadãos. Nós é que devemos julgá-los; não precisamos mais vermos ou ouvirmos. Tomemos a decisão, tenhamos coragem, não usemos a paixão nem a emoção, hajamos conscientemente; sejamos fieis a nós mesmos; à nossa terra, nossa cidade, nosso município; nossos filhos, às gerações, contemporânea e futura.
Não abdiquemos do nosso direito, não continuemos a proclamar a nossa DEPENDÊNCIA e a nossa SUBMIÇÃO a eles. Abramos os nossos olhos, confiemos em nós mesmos; ergamos a bandeira do poder “nosso poder” de agir, de querer, de falar, de exigir, de cobrar, fiscalizar, denunciar. Não os aplaudamos, não os incentivemos, a não ser quando eles resolverem ser coerentes, responsáveis, cumpridores de seus deveres e de suas obrigações. LEMBREMOS QUE ELES SÃO NOSSOS EMPREGADOS – todos os políticos, em qualquer esfera. NÓS SOMOS SEUS PATRÕES; por isso, sejamos rigorosos.
Não pequemos como eles, não sejamos hipócritas; falemos a verdade, não mintamos pra nós mesmos, muito menos pra eles, embora eles não nos escutem. Aliás, eles escutam e muito bem: aqueles que vão às suas residências no romper da aurora, para lhes entregar A ou B; falar que fulano ou ciclano está com C ou com D; os que lhes procuram para a fofocagem, para a politicagem e os que querem os lançar na rotina das negociatas, nas falsificações de notas “frias” e toda espécie de golpe contra seus próprios correligionários, adversários e o erário público.
Muita gente, nos últimos dias, tem usado o desequilíbrio, a insensatez, a emoção, a mesquinhez da política, a baixaria total, o politiquismo. Uns, para defender os que lhes estão pisando e não percebem, porque a cegueira do apaixonismo não permite; enquanto que outros atacam por não terem oportunidade de estarem com “””eles”””, os agentes simbolismo de seriedade”falsa” e vestidos da ação do cupim, destruindo tudo e todos, PELO PODER, inclusive e especialmente o ECONÕMICO.
Jeremoabo abre a boca e fala: eu quero crescer, eu quero desenvolver, quero o progresso, quero seriedade, ética, moral, e finalmente diz, ME FESPEITEM.
Espedito Lima
Certa feita, alguns chegaram junto ao Mestre (Jesus Cristo) lhe apresentaram uma mulher e disseram: “encontramos esta mulher adulterando”, por isso deve ser apedrejada; ele, mansa e categoricamente, disse: “”quem não tiver pecado, atire a primeira pedra””. Logo a seguir, voltou a escrever na praia onde se encontrava e, olhando ao redor, percebeu que todos se retiraram, desde os mais velhos.
O que estamos vendo e ouvindo em Jeremoabo-Bahia, é uma verdadeira apologia “real” ao que foi dito no parágrafo anterior e a grande semelhança, justamente está entre os que acusavam aquela mulher e os personagens de hoje, no caso, aqui. Da mesma forma que aqueles – fariseus - pertenciam a um partido “religioso”, estes “os nossos”, pertencem a partidos “políticos”. Aqueles acusavam os outros; estes, uns aos outros – eles mesmos “políticos”, mutuamente. Pra não irmos muito longe, faremos aqui uma rápida recapitulação: Após a derrubada do Sr. José Lourenço de Carvalho “Zé Lourenço – Deda de Zacarias” em 1988 pelo Sr. João da Silva Varjão “João Ferreira” este, em 1992, lançou como candidato à sua sucessão, o então desconhecido politicamente, Sr. Luiz Carlos Bartilotti Lima “Lula de Dalvinho”, o fazendo Prefeito e como Vice, seu cunhado, o Dr. Spencer José de Sá Andrade “Dr. Spencer”. Os três João, Lula e Spencer venceram as eleições, derrubando exatamente, nada mais nada menos do que o Sr. João Batista Melo de Carvalho “Tista de Deda”, filho de José Lourenço de Carvalho. Como infelizmente é natural, os dois grupos se alto ofenderam, sob todos os aspectos antes, durante e depois do pleito.
Passados, menos de dois anos, após aquelas eleições, Tista aliou-se a Lula e Spencer que já haviam rompido com João Ferreira ou este com eles, e em 1996, o Prefeito Lula lançou o próprio Tista como candidato à sua sucessão o qual teve como Vice, o Sr. José Lúcio Andrade Lima “Cinho de Joãozinho”. Venceram as eleições e derrubaram, obviamente, João Ferreira. Durante a campanha, se acusaram e se caluniaram, mutuamente.
Nas eleições de 2000, se reelege a mesma chapa, ou seja, Tista e Cinho, com o apoio de Lula e Spencer, derrotando João pela segunda vez consecutiva. Enquanto isso, entre 2001/2002, romperam: Spencer com Tista – Tista/Spencer, sendo que Spencer já estava rompido com seu cunhado Lula, por razões familiares.
Chegando o pleito de 2004, Tista lança Lula (candidato a Prefeito) e seu primo José Luiz Santos Carvalho “Dr. Zé Luiz”, Vice-Prefeito; enquanto que Dr. Spencer se alia a João Ferreira. O primeiro, candidato a Prefeito e o segundo, Vice e haja ataques e contra-ataques, na campanha. Ladrão pra aqui, desonesto pra acolá, e por vai (foi). Ambos derrubam o Prefeito Tista e seu candidato “Lula”.
Ano de 2006, está rompida a união João/Spencer – Spencer/João e em 22 de agosto próximo passado (2007), por decisão Judicial em processo de Improbidade Administrativa, é afastado do cargo de Prefeito, Dr. Spencer. João e seu grupo são acusados de arrombarem os cadeados do paço municipal e entram na Prefeitura (sábado – 01 de setembro/2007). Segunda-feira, 04/09/2007, o Tribunal de Justiça derruba a liminar e Dr. Spencer retorna à cidade e ao cargo de Prefeito.
Tanto João, quanto Tista e Spencer, respondem processos na justiça, todos relativos a irregularidades em suas administrações, a exemplo de Crime de Responsabilidade e Improbidade Administrativa e/ou outros.
Diante deste cenário, em palco obscuro, e de uma trajetória ímpar no histórico da história política de Jeremoabo, jamais alguém terá dúvida de afirmar que todos são: OS MESMOS PAÍS E OS MESMOS FILHOS; AS MESMAS ÁRVORES E OS MESMOS FRUTOS.
CONCLUSÃO –
- eles podem atirar pedras em si mesmos “ironia” ou uns contra os outros?
- com que autoridade eles podem condenarem a si mesmos “piada” ou uns aos outros?
A continuar desta forma, o poder Judiciário estará forçado, no mínimo, a tomar esta atitude: determinar a intimação de todos eles para uma audiência especial, em cuja audiência, inevitavelmente, terá que ser feita esta indagação pelo MM Juiz, após uns sentarem à direita e outros à esquerda – QUEM VOCÊS DESEJAM QUE EU CONDENE OU ABSOLVA?
Amigo eleitor, o Magistrado deve ser você; todos nós, cidadãos. Nós é que devemos julgá-los; não precisamos mais vermos ou ouvirmos. Tomemos a decisão, tenhamos coragem, não usemos a paixão nem a emoção, hajamos conscientemente; sejamos fieis a nós mesmos; à nossa terra, nossa cidade, nosso município; nossos filhos, às gerações, contemporânea e futura.
Não abdiquemos do nosso direito, não continuemos a proclamar a nossa DEPENDÊNCIA e a nossa SUBMIÇÃO a eles. Abramos os nossos olhos, confiemos em nós mesmos; ergamos a bandeira do poder “nosso poder” de agir, de querer, de falar, de exigir, de cobrar, fiscalizar, denunciar. Não os aplaudamos, não os incentivemos, a não ser quando eles resolverem ser coerentes, responsáveis, cumpridores de seus deveres e de suas obrigações. LEMBREMOS QUE ELES SÃO NOSSOS EMPREGADOS – todos os políticos, em qualquer esfera. NÓS SOMOS SEUS PATRÕES; por isso, sejamos rigorosos.
Não pequemos como eles, não sejamos hipócritas; falemos a verdade, não mintamos pra nós mesmos, muito menos pra eles, embora eles não nos escutem. Aliás, eles escutam e muito bem: aqueles que vão às suas residências no romper da aurora, para lhes entregar A ou B; falar que fulano ou ciclano está com C ou com D; os que lhes procuram para a fofocagem, para a politicagem e os que querem os lançar na rotina das negociatas, nas falsificações de notas “frias” e toda espécie de golpe contra seus próprios correligionários, adversários e o erário público.
Muita gente, nos últimos dias, tem usado o desequilíbrio, a insensatez, a emoção, a mesquinhez da política, a baixaria total, o politiquismo. Uns, para defender os que lhes estão pisando e não percebem, porque a cegueira do apaixonismo não permite; enquanto que outros atacam por não terem oportunidade de estarem com “””eles”””, os agentes simbolismo de seriedade”falsa” e vestidos da ação do cupim, destruindo tudo e todos, PELO PODER, inclusive e especialmente o ECONÕMICO.
Jeremoabo abre a boca e fala: eu quero crescer, eu quero desenvolver, quero o progresso, quero seriedade, ética, moral, e finalmente diz, ME FESPEITEM.
sábado, 23 de junho de 2007
ELES ACABARAM COM TUDO
Espedito Lima
Se verificarmos as festas, as tradições, os comuns eventos que antes eram realizados nas comunidades, nos povoados e nas cidades, vamos ver que tudo isso acabou, isto é: eles, os políticos, entraram no meio e a cada ano que se passa, por mera conveniência de uma ação politiqueira, fazem o que querem e o que bem entendem. O grande exemplo ou um dos mais explícitos, são os festejos juninos, com especialidade no nordeste brasileiro e mais particularmente, com o famoso “casamento matuto”, dia 23 de junho, claro.
A tempos não muito distantes, o seu cortejo, sua indumentária, a maneira de desfilar, única e exclusivamente montado a cavalo, égua, besta, jumento e burro; jamais em cima de um trator, carroça, ou qualquer outro tipo de veículo automotor, o sertanejo, da zona urbana e rural, impunham sua pujança, seu orgulho de mostrar sua originalidade, sua maneira livre e simples de brincar e até mesmo a sua inocência, demonstrada numa alegria estampada no rosto, como se fosse a extravasar o suor que escorre sobre seu rosto na luta do dia-dia pela sobrevivência.
Hoje, nos dias autuais, eles fazem questão de irem à frente do mesmo cortejo, montados nos seus elegantes e valiosos animais, rodeados de seguranças e esbanjando uma popularidade populista; oportunidade em que, podemos ler visivelmente, nos semblantes deles, a volúpia e arrogância do estar e continuar no poder a qualquer custo; sempre, como já é o costume, ludibriando, impondo a tudo e a todos, descarada e vergonhosamente.
Mas, não são somente eles os únicos culpados por tal situação; o povo, nós “cada um”, usamos uma parcela de contribuição para que o desvirtuamento aconteça e o laço deles nos atinjam, em cheio. Daí, então, eles permanecerem na disputa pelo voto do eleitor, dentro e fora das eleições; aqui e acolá, dessa ou daquela maneira. Tradição, é coisa relegada a segundo plano, o primeiro é o deles (plano) – desejo.
O povo aceita tudo: o mando e o desmando, a ordem e a desordem; eles deitam e rolam, impõem, ditam e aí daquele que não ouvir, não rezar na cartilha, com se diz na gíria.
Pobre do povo, pobre da cultura, pobre das tradições; se foram, se vão, estão acabando, apenas as tristes lembranças, as saudades, e por ai vai. Mas, quem sabe, um dia a coisa pode tomar rumo diferente, e alguém então (político - na essência da palavra), possa reativar ou deixar que o próprio povo, que vem cedendo a tudo, inclusive aos caprichos deles, fazer o que antes era feito, de forma natural, espontânea e humilde.
A tempos não muito distantes, o seu cortejo, sua indumentária, a maneira de desfilar, única e exclusivamente montado a cavalo, égua, besta, jumento e burro; jamais em cima de um trator, carroça, ou qualquer outro tipo de veículo automotor, o sertanejo, da zona urbana e rural, impunham sua pujança, seu orgulho de mostrar sua originalidade, sua maneira livre e simples de brincar e até mesmo a sua inocência, demonstrada numa alegria estampada no rosto, como se fosse a extravasar o suor que escorre sobre seu rosto na luta do dia-dia pela sobrevivência.
Hoje, nos dias autuais, eles fazem questão de irem à frente do mesmo cortejo, montados nos seus elegantes e valiosos animais, rodeados de seguranças e esbanjando uma popularidade populista; oportunidade em que, podemos ler visivelmente, nos semblantes deles, a volúpia e arrogância do estar e continuar no poder a qualquer custo; sempre, como já é o costume, ludibriando, impondo a tudo e a todos, descarada e vergonhosamente.
Mas, não são somente eles os únicos culpados por tal situação; o povo, nós “cada um”, usamos uma parcela de contribuição para que o desvirtuamento aconteça e o laço deles nos atinjam, em cheio. Daí, então, eles permanecerem na disputa pelo voto do eleitor, dentro e fora das eleições; aqui e acolá, dessa ou daquela maneira. Tradição, é coisa relegada a segundo plano, o primeiro é o deles (plano) – desejo.
O povo aceita tudo: o mando e o desmando, a ordem e a desordem; eles deitam e rolam, impõem, ditam e aí daquele que não ouvir, não rezar na cartilha, com se diz na gíria.
Pobre do povo, pobre da cultura, pobre das tradições; se foram, se vão, estão acabando, apenas as tristes lembranças, as saudades, e por ai vai. Mas, quem sabe, um dia a coisa pode tomar rumo diferente, e alguém então (político - na essência da palavra), possa reativar ou deixar que o próprio povo, que vem cedendo a tudo, inclusive aos caprichos deles, fazer o que antes era feito, de forma natural, espontânea e humilde.
ALGO BRASIL
Espedito Lima
No meu Pais, alguém sofreu amnésia e exclamou: INDEPENDENCIA OU MORTE; depois de muito tempo, outro, segundo algumas versões, SUICIDOU-SE. Posteriormente, um terceiro, RENUNCIOU; um quarto, GOLPEOU. Mais tarde, o quinto aplicou uma tremenda CONFUSÃO no meio político e empresarial; um dos maiores escândalos, até então registrado.
Fizeram uma nova Constituição, voltou-se à democracia. O Direito à liberdade foi restabelecido; a censura praticamente inexiste; a imprensa está livre, diz o que quer e mostra o que alguém não quer ver.
Enquanto nos outros, o paraíso é de bons negócios e segurança absoluta, além de sigilo pleno. Aqui será entregue o Nobel da corrupção, um belo prêmio e bem merecedor, muitos fazem por onde e como o receberem.
Este é o Pais, onde não existe falcatrua, politicagem; a Lei existe pra tudo e pra todos e é aplicada, doa em quem doer. Tudo é investigado, nada deixa de ser apurado nem julgado. Todos estão na Cadeia e restituem o que levam dos cofres públicos e o que assaltaram do consumidor, do trabalhador, do cidadão.
É difícil compreender o que se passa nesta Nação; ela é a única que vive e sobrevive com democracia e anarquia e ainda é considerada a Pátria da cidadania. Mas como o brasileiro gosta muito de piada, nada melhor do que esta.
É divertido, porém para quem ainda tem um pouco de senso, de caráter e deseja que ela seja uma Nação verdadeiramente independente, progressista e condutora da ética e da moral, resta uma esperança, mesmo que esta não seja esverdeada, basta o seu nome, pra que a virtude dela se ponha em alto relevo, diante de todos como um píncaro que observa do alto, aquilo que está sob seus pés e ao seu redor.
Vamos em frente, muitos passaram e outros estão passando. O mundo gira e nós também estamos girando com ele; aonde ele vai e nós também, não sabemos, só sabemos que estamos nele e ele está conosco.
Ele veio de brasas, ele queima, arde, consome, destrói; cai, derruba, levanta, anima, foge e esconde; está com tudo e com todos. Ele é assim e assim somos nós; seus cidadão, seus filhos, seus habitantes.
Nada mais a declarar,
Pátria amada, BRASIL!
No meu Pais, alguém sofreu amnésia e exclamou: INDEPENDENCIA OU MORTE; depois de muito tempo, outro, segundo algumas versões, SUICIDOU-SE. Posteriormente, um terceiro, RENUNCIOU; um quarto, GOLPEOU. Mais tarde, o quinto aplicou uma tremenda CONFUSÃO no meio político e empresarial; um dos maiores escândalos, até então registrado.
Fizeram uma nova Constituição, voltou-se à democracia. O Direito à liberdade foi restabelecido; a censura praticamente inexiste; a imprensa está livre, diz o que quer e mostra o que alguém não quer ver.
Enquanto nos outros, o paraíso é de bons negócios e segurança absoluta, além de sigilo pleno. Aqui será entregue o Nobel da corrupção, um belo prêmio e bem merecedor, muitos fazem por onde e como o receberem.
Este é o Pais, onde não existe falcatrua, politicagem; a Lei existe pra tudo e pra todos e é aplicada, doa em quem doer. Tudo é investigado, nada deixa de ser apurado nem julgado. Todos estão na Cadeia e restituem o que levam dos cofres públicos e o que assaltaram do consumidor, do trabalhador, do cidadão.
É difícil compreender o que se passa nesta Nação; ela é a única que vive e sobrevive com democracia e anarquia e ainda é considerada a Pátria da cidadania. Mas como o brasileiro gosta muito de piada, nada melhor do que esta.
É divertido, porém para quem ainda tem um pouco de senso, de caráter e deseja que ela seja uma Nação verdadeiramente independente, progressista e condutora da ética e da moral, resta uma esperança, mesmo que esta não seja esverdeada, basta o seu nome, pra que a virtude dela se ponha em alto relevo, diante de todos como um píncaro que observa do alto, aquilo que está sob seus pés e ao seu redor.
Vamos em frente, muitos passaram e outros estão passando. O mundo gira e nós também estamos girando com ele; aonde ele vai e nós também, não sabemos, só sabemos que estamos nele e ele está conosco.
Ele veio de brasas, ele queima, arde, consome, destrói; cai, derruba, levanta, anima, foge e esconde; está com tudo e com todos. Ele é assim e assim somos nós; seus cidadão, seus filhos, seus habitantes.
Nada mais a declarar,
Pátria amada, BRASIL!
domingo, 17 de junho de 2007
MÃE
Espedito Lima
Escudo real da sublimacia comum, celso da celebridade sem mácula
Matéria viva de um ser sem fim, primorosa per vigília que pacifica a conduta incontestável
Excelsa virtude de controle exuberante e de extraordinários e lúcidos afetos
Árvore frondosa de acolhimento perfeito, folha espumejante de suave odor
Coração compacto e fascinante do bem e da dignidade
Vereda correta cheia de luz, de brio e de força
Véu suntuoso e de conduta exemplar, ósculo prestimoso de cordial graciosidade
Fonte de beleza, da paz e da confiança
Berço de consciência, de liberdade e de compassividade
Franco e irrefutável consolo do reconhecimento e do regozijo
Holocausto dócil de sensualidade, pedestal específico da razão e da inocência sensata
Natureza purificada como mãos ungidas, tradição ofuscante da homenagem e da gratidão
Compreensiva e precavida mulher dos sonhos e dos desejos
Flor aberta no jardim da existência, pétala de rosa que perfuma a brisa
E dar ânimo ao alvorecer
Ânsia presente no sossego da paz e do amor, estátua consubstanciada na ação
De caricia e de eloqüente perfil de bondade inequívoca
Rainha portentosa do lar, abrigo fiel e ofegante dos seus filhos
Manto cúmplice que cobre o mal, cajado sincero da soberania saudável
Partícula presente num choro sem fim, lágrima que cobre o riso da dor
Obra santificada e abençoada por Deus, asilo constante do sofrimento infeliz
Palavra fértil que representa: união, amizade e alegria
Mãe é você: o corrimão da felicidade, o prazer da formosura
A fonte inesgotável da mansidão, a pureza modesta da ternura
A velhice jovial e a vivencia célebre da justiça, a castidade leve da oração
O bálsamo tranqüilizador da desolação e da farta experiência da emoção
Mãe, você é: a razão da minha vida, o suspiro da minha agonia
O passo forte da minha caminhada, o futuro dos meus pesadelos
O braço aberto do meu proceder, o beijo amigo que me dedica
O bom senso que me traduz e a paciência que se faz presente no meu eu
Espedito Lima
Escudo real da sublimacia comum, celso da celebridade sem mácula
Matéria viva de um ser sem fim, primorosa per vigília que pacifica a conduta incontestável
Excelsa virtude de controle exuberante e de extraordinários e lúcidos afetos
Árvore frondosa de acolhimento perfeito, folha espumejante de suave odor
Coração compacto e fascinante do bem e da dignidade
Vereda correta cheia de luz, de brio e de força
Véu suntuoso e de conduta exemplar, ósculo prestimoso de cordial graciosidade
Fonte de beleza, da paz e da confiança
Berço de consciência, de liberdade e de compassividade
Franco e irrefutável consolo do reconhecimento e do regozijo
Holocausto dócil de sensualidade, pedestal específico da razão e da inocência sensata
Natureza purificada como mãos ungidas, tradição ofuscante da homenagem e da gratidão
Compreensiva e precavida mulher dos sonhos e dos desejos
Flor aberta no jardim da existência, pétala de rosa que perfuma a brisa
E dar ânimo ao alvorecer
Ânsia presente no sossego da paz e do amor, estátua consubstanciada na ação
De caricia e de eloqüente perfil de bondade inequívoca
Rainha portentosa do lar, abrigo fiel e ofegante dos seus filhos
Manto cúmplice que cobre o mal, cajado sincero da soberania saudável
Partícula presente num choro sem fim, lágrima que cobre o riso da dor
Obra santificada e abençoada por Deus, asilo constante do sofrimento infeliz
Palavra fértil que representa: união, amizade e alegria
Mãe é você: o corrimão da felicidade, o prazer da formosura
A fonte inesgotável da mansidão, a pureza modesta da ternura
A velhice jovial e a vivencia célebre da justiça, a castidade leve da oração
O bálsamo tranqüilizador da desolação e da farta experiência da emoção
Mãe, você é: a razão da minha vida, o suspiro da minha agonia
O passo forte da minha caminhada, o futuro dos meus pesadelos
O braço aberto do meu proceder, o beijo amigo que me dedica
O bom senso que me traduz e a paciência que se faz presente no meu eu
FUI O PRIMEIRO
Espedito Lima
Privilégio – palavra que traduz tudo quanto revela uma satisfação, um prazer, uma alegria; pode ser também um pioneirismo, o surgimento daquilo que causa uma novidade, e até mesmo um marco, disto ou daquilo; naquilo, em quem ou com quem, tudo isto, segundo o nosso rústico pensamento, principalmente para o fato que passamos a mostrar daqui pra frente, nas linhas seguintes.
A estação, praticamente já era a da primavera, pois a data 25, de setembro, claro; foi quando ela, a criança, saiu do ventre de sua mãe, após uma gestação normal de 09 meses, extraída por suas mãos, as de Floripes Cavalcante de Araújo, a queridíssima “mãe lolita – aliás, MÃE LOLITA”. O ano foi o da morte de Getúlio Vargas, o grande estadista brasileiro – l954; a cidade e o estado, Jeremoabo-Bahia, nordeste do Brasil.
Ela era de lá, de Inhambupe e ela, a criança, daqui, da cidade já citada; ambas, evidentemente, do mesmo estado baiano. Ela, esposa de um conceituado médico; e ela, a mãe da criança, uma jovem sem esposo.
Sua coragem e sua hábil técnica, aliadas ao dom que Deus lhe deu, a partir daquele momento fincaram no pedestal de uma história, um capítulo especial de sua trajetória enigmática, pois além de pegar aquela frágil criança com suas mãos límpidas, ela inauguou talvez uma profissão que jamais houvesse pensado em exercê-la, a de PARTEIRA, e lograsse para si própria, a felicidade de se transformar oficialmente, numa segunda mãe. Ela também, pra sua maior felicidade, experimentou o ser uma genitora, não somente dos seus filhos naturais, mas de muitos outros e tantos que os seus olhos viram e que seus braços agasalharam.
Ao findar o quarto parágrafo, acho que os mais apressados, já indagaram: quem é, quem foi essa criança e que nome lhe deram? De repente, quem sabe, antes do término desta simples crônica, seja revelado o seu nome. Não se trata de suspense, apenas uma modesta performance para mostrar ao nosso ilustre internauta, leitor e visitante deste site, a magnitude de uma mulher que carregou consigo, a mais de quatro décadas, a prazerosa e gratificante honra de tirar de milhares de ventres; vidas, seres humanos, meninos e meninas, que se tornaram homens e mulheres, país e mães, avôs e avós.
E seu nome? Não lembram mais? Muitos, não; esqueceram totalmente, ignoraram a sua profissão, sua existência e sua história. As criaturas, nós somos assim, fáceis de exterminarmos, nós mesmos e os nossos semelhantes, não importam as razões. Mas o passado resiste ao esquecimento; o presente encara a realidade e o futuro dirá, à descendência posterior, algo que aconteceu em ambos -passado e presente-, obviamente.
Seu nome encontra-se no segundo parágrafo e aqui não se trata de nenhum apocalipse, mesmo porque ela é Divina, espiritual; a nossa - revelação, no caso em tela, é carnal, material. O primeiro parto que ela fez, foi o da jovem chamada Terezinha Soares Lima, e a primeira criança que ela pegou, filho desta, “FUI EU” e me registraram com o nome de Espedito Soares Lima “Espedito Lima”.
Espedito Lima
Privilégio – palavra que traduz tudo quanto revela uma satisfação, um prazer, uma alegria; pode ser também um pioneirismo, o surgimento daquilo que causa uma novidade, e até mesmo um marco, disto ou daquilo; naquilo, em quem ou com quem, tudo isto, segundo o nosso rústico pensamento, principalmente para o fato que passamos a mostrar daqui pra frente, nas linhas seguintes.
A estação, praticamente já era a da primavera, pois a data 25, de setembro, claro; foi quando ela, a criança, saiu do ventre de sua mãe, após uma gestação normal de 09 meses, extraída por suas mãos, as de Floripes Cavalcante de Araújo, a queridíssima “mãe lolita – aliás, MÃE LOLITA”. O ano foi o da morte de Getúlio Vargas, o grande estadista brasileiro – l954; a cidade e o estado, Jeremoabo-Bahia, nordeste do Brasil.
Ela era de lá, de Inhambupe e ela, a criança, daqui, da cidade já citada; ambas, evidentemente, do mesmo estado baiano. Ela, esposa de um conceituado médico; e ela, a mãe da criança, uma jovem sem esposo.
Sua coragem e sua hábil técnica, aliadas ao dom que Deus lhe deu, a partir daquele momento fincaram no pedestal de uma história, um capítulo especial de sua trajetória enigmática, pois além de pegar aquela frágil criança com suas mãos límpidas, ela inauguou talvez uma profissão que jamais houvesse pensado em exercê-la, a de PARTEIRA, e lograsse para si própria, a felicidade de se transformar oficialmente, numa segunda mãe. Ela também, pra sua maior felicidade, experimentou o ser uma genitora, não somente dos seus filhos naturais, mas de muitos outros e tantos que os seus olhos viram e que seus braços agasalharam.
Ao findar o quarto parágrafo, acho que os mais apressados, já indagaram: quem é, quem foi essa criança e que nome lhe deram? De repente, quem sabe, antes do término desta simples crônica, seja revelado o seu nome. Não se trata de suspense, apenas uma modesta performance para mostrar ao nosso ilustre internauta, leitor e visitante deste site, a magnitude de uma mulher que carregou consigo, a mais de quatro décadas, a prazerosa e gratificante honra de tirar de milhares de ventres; vidas, seres humanos, meninos e meninas, que se tornaram homens e mulheres, país e mães, avôs e avós.
E seu nome? Não lembram mais? Muitos, não; esqueceram totalmente, ignoraram a sua profissão, sua existência e sua história. As criaturas, nós somos assim, fáceis de exterminarmos, nós mesmos e os nossos semelhantes, não importam as razões. Mas o passado resiste ao esquecimento; o presente encara a realidade e o futuro dirá, à descendência posterior, algo que aconteceu em ambos -passado e presente-, obviamente.
Seu nome encontra-se no segundo parágrafo e aqui não se trata de nenhum apocalipse, mesmo porque ela é Divina, espiritual; a nossa - revelação, no caso em tela, é carnal, material. O primeiro parto que ela fez, foi o da jovem chamada Terezinha Soares Lima, e a primeira criança que ela pegou, filho desta, “FUI EU” e me registraram com o nome de Espedito Soares Lima “Espedito Lima”.
sábado, 16 de junho de 2007
MULHER
Espedito Lima
Uma fêmea, uma criatura, simplesmente mulher; não, muito mais que isto. É um ser, assim como o homem, feita à imagem e semelhança de Deus. Se forte ou frágil, não importa; ela continua sendo e será, não uma mera musa, que às vezes é vista no sentido pejorativo, mas uma mulher, coadjutora do homem. Sua amiga, companheira, esposa, filha mãe; ela é mulher.
Como o homem, ela sente, chora, reclama, ama, diz, pede, consola, sofre, se alegra e oferece também. Culpada ou não, ela é personagem, início de uma história, de uma vida. É o princípio de um cronograma Divino, preestabelecido para a existência do gênero humano, e a reserva de um segredo que vela pela inconfundível supremacia da concepção, pois somente a ela cabe o dom de ter e jorrar de si mesma a preciosidade da existência.
É um virtual comum que se avizinha de um ritual de procedimentos sublimes e que arranca a pureza da alma, lançando sobre um todo, o estilo da capacidade de conquista e esbanja a candura de uma meiga e estonteante imaginação que a conduz ao píncaro da loucura norma. É como sobre si, fosse colocado um vestido de bordado colorido e uma pluma o cobrira para não deixar o seu corpo viril e à amostra.
De sapato alto ou capacete sobe a cabeça, sentada num elegante sofá ou numa cadeia de uma rústica casa campestre ou até mesmo dentro de um carro ou comandado um Reino, um Tribunal; ignorante ou sábia, pequena ou grande, destra ou não, não importa, ela é mulher. Que fica dias e horas, meses e anos, acalentando o suspiro do riso e afugentando a agonia da dor, como o enfermo que geme porque sente e sente porque dói. Mas canta o hino da paz e propaga a virtude da meninice que passou, da adolescência que foi um prazer e hoje, adulta, colhe os frutos das três etapas, da vida, claro.
Que satisfação cumprimenta-las; todas elas, vocês, hoje, amanhã e sempre, com um beijo sincero e respeitoso, com a máxima profundidade no ego do coração.
Espedito Lima
Uma fêmea, uma criatura, simplesmente mulher; não, muito mais que isto. É um ser, assim como o homem, feita à imagem e semelhança de Deus. Se forte ou frágil, não importa; ela continua sendo e será, não uma mera musa, que às vezes é vista no sentido pejorativo, mas uma mulher, coadjutora do homem. Sua amiga, companheira, esposa, filha mãe; ela é mulher.
Como o homem, ela sente, chora, reclama, ama, diz, pede, consola, sofre, se alegra e oferece também. Culpada ou não, ela é personagem, início de uma história, de uma vida. É o princípio de um cronograma Divino, preestabelecido para a existência do gênero humano, e a reserva de um segredo que vela pela inconfundível supremacia da concepção, pois somente a ela cabe o dom de ter e jorrar de si mesma a preciosidade da existência.
É um virtual comum que se avizinha de um ritual de procedimentos sublimes e que arranca a pureza da alma, lançando sobre um todo, o estilo da capacidade de conquista e esbanja a candura de uma meiga e estonteante imaginação que a conduz ao píncaro da loucura norma. É como sobre si, fosse colocado um vestido de bordado colorido e uma pluma o cobrira para não deixar o seu corpo viril e à amostra.
De sapato alto ou capacete sobe a cabeça, sentada num elegante sofá ou numa cadeia de uma rústica casa campestre ou até mesmo dentro de um carro ou comandado um Reino, um Tribunal; ignorante ou sábia, pequena ou grande, destra ou não, não importa, ela é mulher. Que fica dias e horas, meses e anos, acalentando o suspiro do riso e afugentando a agonia da dor, como o enfermo que geme porque sente e sente porque dói. Mas canta o hino da paz e propaga a virtude da meninice que passou, da adolescência que foi um prazer e hoje, adulta, colhe os frutos das três etapas, da vida, claro.
Que satisfação cumprimenta-las; todas elas, vocês, hoje, amanhã e sempre, com um beijo sincero e respeitoso, com a máxima profundidade no ego do coração.
VIVAMOS A VIDA
Espedito Lima
É desleal imaginar que o arvoredo sintila sobre o orvalho da manhã, para ferir a beleza que se encanta com o falar da natureza, abrindo caminho da mansidão que embriaga o olhar do homem.
Ah! Se pudéssemos ouvir o cantar da aurora e andássemos perplexos, não porque estávamos sorrindo com a ausência do sonhar, desfrutando o sentimento da culpa de feri-la, mas de tê-la como se fosse uma rosa na palma da mão, com suas pétalas a exalar o odor suave e macio, tal qual a seda que se faz do algodão.
É como se fosse um coração aberto a receber no seu âmago, um pulsar veloz que anima a triste veia por onde corre o sangue, parcialmente impedido de percorrer seu caminho à busca de transformar uma existência real e sublime de um ser, um ser humano. É a felicidade que tem como virtude o prazer de se alegrar e contar história do tempo, não das fadas, mas de uma época que traduz saudade de um viver cordial, lançado no alicerce da paz, que ventila o suor da fraqueza e respira a fortaleza de uma ação digna, suplantada na alma que sonha com um tempo sem fim.
Como é bom imaginar o querer do hoje e a realeza do amanhã, quando ambos representam um agasalho de confiança sem rebeldia, sem tortura e sem danificar a consciência que intimida um prazer infinito. É o tempo que se foi, envelheceu; é o tempo que veio, renovado, demonstrando o artífice comum que moldura uma simples imagem, fixada numa parede que reluz, como um espelho que reflete o passado que surge no presente, mostrando que a vida não é só um querer; é também uma necessidade imposta por uma condição, que anima o tempo da própria existência.
Vale a pena viver! - a vida é uma poesia que aquece a frieza do nosso rancor e doma a crueldade das nossas paixões; destrói o nosso ciúme e sepulta as pretensões do nosso egoísmo. Ela vela pelo nosso caminhar, reclama o nosso proceder e estimula o bem que se abate sobre nós. Oh vida! Que prazer! Que alegria! Que viver! Vivamos: cedo ou tarde, noite ou dia, com frio ou com sede, dormindo ou acordado, sonhando ou com pesadelo, vestido ou nu; católico, protestante ou evangélico, espírita, com qualquer cor, qualquer língua, qualquer vício; em qualquer lugar, com fome ou sem ela. VIVAMOS A VIDA, ELA DEVE SER VIVIDA.
Espedito Lima
É desleal imaginar que o arvoredo sintila sobre o orvalho da manhã, para ferir a beleza que se encanta com o falar da natureza, abrindo caminho da mansidão que embriaga o olhar do homem.
Ah! Se pudéssemos ouvir o cantar da aurora e andássemos perplexos, não porque estávamos sorrindo com a ausência do sonhar, desfrutando o sentimento da culpa de feri-la, mas de tê-la como se fosse uma rosa na palma da mão, com suas pétalas a exalar o odor suave e macio, tal qual a seda que se faz do algodão.
É como se fosse um coração aberto a receber no seu âmago, um pulsar veloz que anima a triste veia por onde corre o sangue, parcialmente impedido de percorrer seu caminho à busca de transformar uma existência real e sublime de um ser, um ser humano. É a felicidade que tem como virtude o prazer de se alegrar e contar história do tempo, não das fadas, mas de uma época que traduz saudade de um viver cordial, lançado no alicerce da paz, que ventila o suor da fraqueza e respira a fortaleza de uma ação digna, suplantada na alma que sonha com um tempo sem fim.
Como é bom imaginar o querer do hoje e a realeza do amanhã, quando ambos representam um agasalho de confiança sem rebeldia, sem tortura e sem danificar a consciência que intimida um prazer infinito. É o tempo que se foi, envelheceu; é o tempo que veio, renovado, demonstrando o artífice comum que moldura uma simples imagem, fixada numa parede que reluz, como um espelho que reflete o passado que surge no presente, mostrando que a vida não é só um querer; é também uma necessidade imposta por uma condição, que anima o tempo da própria existência.
Vale a pena viver! - a vida é uma poesia que aquece a frieza do nosso rancor e doma a crueldade das nossas paixões; destrói o nosso ciúme e sepulta as pretensões do nosso egoísmo. Ela vela pelo nosso caminhar, reclama o nosso proceder e estimula o bem que se abate sobre nós. Oh vida! Que prazer! Que alegria! Que viver! Vivamos: cedo ou tarde, noite ou dia, com frio ou com sede, dormindo ou acordado, sonhando ou com pesadelo, vestido ou nu; católico, protestante ou evangélico, espírita, com qualquer cor, qualquer língua, qualquer vício; em qualquer lugar, com fome ou sem ela. VIVAMOS A VIDA, ELA DEVE SER VIVIDA.
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